quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

MULHER FOI ABDUZIDA

MULHER FOI ABDUZIDA
Desenho de Luíza Lima


Aquela mulher bonita, casada, de repente virou manchete no Brasil inteiro.

É que todos estavam saturados de tanto petrolão, confusão, mensalão, aí a história diferente cativou a todos.

A ideia era ir para praia com o marido durante o carnaval.

O com a demora da amada, sem saber de nada, acionou a polícia que logo encontrou o carro na beira da estrada.

As malas da esposa não estavam e as do marido ficaram no porta-malas.

Na quarta-feira de cinzas a mulher apareceu no mesmo local em que desapareceu e não encontrando o carro que havia sido rebocado para o pátio da delegacia; fez uma ligação para o marido buscá-la.

Como estava com algumas escoriações pelo corpo o seu parceiro quis saber sobre o seu desaparecimento.

Ela disse que um fato estranho aconteceu: quando passava pela rodovia teve o carro parado por uma luz, era uma nave espacial.

E que homenzinhos verdes e com estatura baixa, a levaram para nave espacial de cor prata.

Ela informava ainda que estava com medo de estar grávida devido as várias experiências que os Ets fizeram com ela.

O delegado está investigando, mas achou uma coisa muito estranha: os Ets deixaram um cheiro muito forte de cerveja nas roupas da moça.

Mas ninguém saberá os resultados desta investigação! A notícia é falsa e também a foto utilizada, como muitas que povoam os blogs e páginas do Facebook.

Manoel Amaral

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

CIBERCRIMINOSOS

CIBERCRIMINOSOS

Imagem Google


R$ 2,5 bilhões, um dos maiores roubo a banco da história.

O Jornal The New York Time informou que o relatório do Kaspersky Labs revelou um esquema de “assalto digital” a banco muito interessante.

Os hackers realizam o maior roubo a banco da história. Os prejudicados eram os bancos e não os seus clientes.

Mais de 30 países foram assaltados, menos o Brasil.

Estima-se que em alguns meses mais de US$900 milhões foram roubados.
Como “assalto digital” este foi um dos mais sofisticados esquemas, sendo o maior de história de roubo a bancos.

Os cibercriminosos usaram os mais sofisticados esquemas de roubo a bancos até agora descobertos.

Esse seria o maior e mais sofisticado roubo a bancos da História, em termos de táticas e métodos.

Eles se infiltram em computadores de funcionários de bancos através de malwares e ficam monitorando por um tempo todas as atividades realizadas no computador para identificar padrões de transações e tudo mais.

Até hoje, nenhuma quantia maior que US$ 10 milhões foi transferida para não levantar grandes suspeitas.

Todo esse dinheiro acaba sendo pulverizado em várias contas de laranjas em diversos países pelo mundo. Em seguida, a grana é sacada em caixas eletrônicos.

Acreditam que pelo menos 100 bancos tenham sido invadidos. A maioria está na Rússia, mas instituições financeiras nos EUA, Japão, Suíça e outras nações também foram atacadas.


Manoel Amaral
FONTE:

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

AS CINZAS DA QUARTA

QUARTA-FEIRA SÓ DEU CINZAS
Vários tons de cinza

Caí na bobagem de abrir o Face na quarta-feira e olha que arrependi.

Só deu cinzas voando por todo lado. Gente aprendendo a cozinhar miojo. Outros tentando ser escritor. Vários postando fotos dos passeios e da família.

Mas que lástima, panelas de comidas caseiras no fogo. As paisagens eram as piores possíveis.

Desencantei-me com o final do carnaval: uma montanha de lixo por todo lado. No Rio, São Paulo e Belo Horizonte os coitados dos garis tiveram que trabalhar dobrado.

Os brasileiros (e também os turistas) não têm um pingo de educação, com a lixeira logo a frente e eles jogam garrafas, latas, copos, pedaços de fantasia, tapa-sexos, tudo na rua.

E o que é pior, não estão nem aí, querem é saracotear.

Fiquei chateado, chateado mesmo. Entra ano e sai ano é tudo igual, a população não muda. Estão sempre fazendo a mesma coisa.

Os que vão para zona rural nem sequer recolhem o lixo. Atacam as nascentes, as cachoeiras e largam para trás as indesejáveis garrafas pet.

De volta para suas casas vão ao supermercado como se fossem para a guerra. Compram tudo que precisam e o que não precisam.

Fico imaginando se houvesse um apagão por um mês: as velas e muitos outros relacionados acabariam. O povo iria desesperar, sem carne, sem água, gasolina e gás. Voltaríamos a Idade Média, queimaríamos os restos das árvores da já desmatada Amazônia.

O comércio voltaria ao sistema de troca. Os pequenos agricultores, que produzem para sustento seriam os que se dariam bem.

Os grandes supermercados, shoppings e redes de lojas iriam fechar.
Uma coisa boa: voltaríamos a tomar o leite quentinho, da vaquinha do seu Joaquim.

Vou parar por aqui, depois faço uma série sobre o assunto.

Manoel Amaral

www.afadinha.com.br

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

MÚSICA DA MORTE



MÚSICA DA MORTE

O trio elétrico descia as ruas da Região Metropolitana de Belém. A banda de axé, tocava suas costumeiras músicas.

O povo delirando lá em baixo. Restos de fantasias caídos pelo chão.

A alegria era tanta que quase ninguém percebeu quando o cantor da Tribo de Axé gritou: -- Desliga tudo, está dando choque! 

Nem o técnico de som e o produtor sentiram a descarga.

 Ela atingiu apenas o pobre do cantor que caiu no meio daqueles equipamentos metálicos.

Os outros músicos continuaram cantando em alto tom. Somente alguns participantes registraram as imagens por celular no momento que o cantor às pressas foi levado por uma ambulância.

Os Bombeiros tentaram reanimar o músico, mas não adiantou, ele não resistiu a descarga que partiu dos aparelhos, e morreu.

Ninguém acreditou, nem a mulher do cantor. Todos olhavam espantados. 

A descarga elétrica não era da rede de energia, mas de dentro do trio. Alguns acreditam que foi vazamento de energia elétrica.

A polícia abriu inquérito para investigar o caso.

O cantor Luciano de Souza Santos foi enterrado ontem.

Manoel Amaral
Fonte:
Globo - G1

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

CONCURSO LITERATURA

REGULAMENTO GERAL DOS CONCURSOS DA ACADEMIA DIVINOPOLITANA DE LETRAS
Edição 2015


I
OBJETIVOS

            Os objetivos principais dos diversos concursos, patrocinados pela Academia Divinopolitana de Letras são: aprimorar o gosto pela arte literária e incentivar novos talentos.

II
TÍTULOS DOS PRÊMIOS
            Para fazer memória de imortais da Academia Divinopolitana de Letras, os prêmios, em cada categoria, lembram os que se distinguiram no respectivo exercício literário.

III
CATEGORIAS E PRÊMIOS
            Em 2015, teremos:
Concurso de Sonetos - Prêmio Sebastião Bemfica Milagre
Concurso de Trovas     - Prêmio Jadir Vilela de Sousa
Concurso de Crônicas - Prêmio Nylce Mourão Gontijo
Concurso de Contos     - Prêmio Gentil Ursino Vale
Concurso de Poesia (versos livres) – Prêmio Rosa de Freitas Souza

IV

CONCORRENTES

            O candidato interessado pode concorrer, em qualquer das categorias ou em todas elas, mas com apenas UMA OBRA em cada. O trabalho deve ser digitado ou datilografado em TRÊS VIAS, espaço um e meio, de um só lado do papel A4, contendo o máximo de TRÊS FOLHAS, fonte Arial 12.
O tema é livre, sendo exigido texto inédito.
É vedada a participação de membros da Academia Divinopolitana de Letras.

IV

INSCRIÇÕES

            Os textos, que devem ser enviados pelo correio, na forma seguinte: a) um envelope, de maior dimensão, contendo, na parte externa, a indicação do concurso e respectivo prêmio e o endereço da Academia Divinopolitana de Letras abaixo mencionado e, na parte interna, o trabalho, com o título e subscrito com pseudônimo eum envelope menor, fechado, contendo, na face externa, o título do trabalho, a categoria e o pseudônimo escolhido e, dentro deste, ficha de inscrição no modelo anexo a este regulamente ou folha avulsa, tendo esta asinformações seguintes: nome completo, pseudônimo adotado, título do trabalho, endereço para correspondência, telefone e correio eletrônico, caso possua.
As obras concorrentes deverão ser enviadas exclusivamente para o seguinte endereço: ACADEMIA DIVINOPOLITANA DE LETRAS – Caixa Postal 28 – Divinópolis- Minas Gerais, CEP 35500-970.
A ausência de qualquer das formalidades exigidas para inscrição importam na desclassificação do concorrente.

V

PRAZO DO ENVIO DAS OBRAS E JULGAMENTO

            O prazo para envio dos trabalhos começa no dia 7 de fevereiro de 2015 e termina no dia 31 de julho de 2015. A data do envio será aferida pelo carimbo da postagem no correio.
Após conferência da regularidade do prazo de envio estabelecido neste regulamento, as obras serão selecionadas por Comissões Julgadoras, escolhidas pela Comissão Permanente e designadas pela Presidência da ADL, até o dia 5 de agosto do corrente ano, sendo constituídas exclusivamente por acadêmicos efetivos.
                              As Comissões Julgadoras designadas devem entregar o resultado de suas avaliações em 15 dias, contados do recebimento das obras a serem avaliadas e, de suas decisões, não há recurso.
A Comissão Julgadora, designada para qualquer das categorias, pode, a seu exclusivo critério, deixar de atribuir premiação ou conceder apenas certificados de participação, em parecer justificado, que a Comissão Permanente obrigatoriamente deve acatar.

VI

PREMIAÇÃO

            As obras, em cada categoria, serão classificadas, conforme entender a respectiva Comissão Julgadora, até o terceiro lugar, com as seguintes premiações: o primeiro colocado receberá troféu alusivo e diploma; o segundo e terceiro, diploma e livros ofertados pelos acadêmicos.
                                Não poderá haver empate em nenhuma colocação.
Não serão expedidos certificados de participação aos demais concorrentes.
                               A premiação ocorrerá em sessão solene da Academia Divinopolitana de Letras no dia 3 de outubro do ano em curso em local e horário a serem anunciados, devendo os premiados ser cientificados do resultado, e com pedido de confirmação de presença, no máximo até o dia 5 de setembro.    

VII

DISPOSIÇÕES GERAIS

A simples remessa de trabalhos significa aceitação completa deste regulamento.
Ficarão os trabalhos remetidos no arquivo da ADL pelo prazo de um ano, motivo pelo qual se recomenda aos que enviarem obras literárias mantenham cópias em seu poder.
Os casos omissos serão resolvidos, de modo definitivo e sem recursos, pela Comissão Permanente dos Concursos.

Comissão Permanente dos Concursos
Divinópolis,  7 de fevereiro de 2015

* Maria Aparecida Camargos Freitas
* Marco Antônio Pinto
* Fernando de Oliveira Teixeira




CONCURSO PERMANENTE DE LITERATURA
DA ACADEMIA DIVINOPOLITANA DE LETRAS

Categoria:
(  ) Sonetos         (  ) Trovas       (   ) Crônicas
(  ) Contos           (  ) Poemas: versos livres


Prêmio:
(  ) Sebastião Bemfica Milagre      (  )Jadir Vilela de Sousa  
(  ) Nylce Mourão Gontijo              (  )Gentil Ursino Vale
(  ) ROSA DE FREITAS SOUZA

Título:

Pseudônimo:

Nome do Autor:

Endereço (rua, número, telefone, endereço eletrônico):




segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

ÁGUA DE COCÔ

ÁGUA DE COCÔ

Durante a semana passada o assunto em pauta era a Crise da Água, mas antes uma notícia interessante era a de que um dos maiores gênios da informática, Bill Gates, aparecia num vídeo bebendo um copo d’água. Até aí nada de mais, só que ele informou que a água era reciclada de esgoto, água de cocô.

Ouve-se um oooooh!
-- Água de cocô? Como pode ser uma coisa dessas?
– Eu não beberia, que coisa nojenta.

Aí fui lembrar que na década de 70, no Povoado da Prata de Cima, em São Gonçalo do Pará/MG, houve uma coisa semelhante, com ajuda do Banco Mundial, fez-se um tratamento dos esgotos nas ETEs e a água saía limpinha lá embaixo.

Consumo da água: Cada copo de 250 ml de cerveja gasta 75 litros de e em uma xícara de café está 140 litros de água. Um quilo de carne consome 15.500 litros, um quilo de queijo cinco mil litros. E em algumas empresas o assunto é ainda muito pior: indústria de carros.

E esta folha de papel consumiu 10 litros de água.

Se o assunto é solução da Crise de Água, o melhor modelo é o do Paulista de Valinhos que inventou uma máquina que retira a água do ar. A máquina menor custa R$3.500,00 e libera 30 litros de água por dia.

Fala-se muito hoje em dia em outorga, mas o que é isso?

A outorga de direito de uso da água representa um instrumento, através do qual o Poder Público autoriza, concede ou ainda permite ao usuário fazer o uso deste bem público.

Acontece que o usuário na maioria das vezes não paga nada ou paga uma ninharia.

Temos 36 bacias hidrográficas no Estado de Minas, éramos a Caixa D’água do Brasil. Das duas uma: a bacia ou a caixa está furada.

A Crise da Água é bom reforçar que 70% do consumo estão com os Agronegócios, 20% com as Indústrias e 10% com o Povão. E o controle começa de baixo para cima.

Falhas que levaram ao problema
I - Falta de gestão inteligente dos recursos hídricos; 
II – Programação deveria ter começado há dez anos; 
III – Degradação dos rios e córregos; 
IV – Falta tratamento esgotos; 
IV – Sem controle no uso de águas subterrâneas e sem cobrança; 
V – Desmatamento causado por grandes empreendimentos.

O que precisa fazer urgente: 
I – Sistemas de Irrigação sustentáveis, pago; 
II – Investir em gestão das águas; 
III – Recuperação de nascentes e revitalização de córregos e rios; 
IV – Revisar o sistema de outorgas, com maior rigor na autorização; 
V - Transparências nas ações políticas ambientais.

O Governo não pode combater apenas os vazamentos e “gatos” dos pobres, deve fiscalizar as outorgas e as “onças” das mansões, “proibir desvio de cursos d’água e intervenções em áreas de preservação.”

Obra parada: A transposição do Rio São Francisco, que já consumiu bilhões é um caso perdido.

Governo de Minas pede R$1 bilhão para obras sobre as nossas águas.

São Paulo quer retirar água do Rio Paraíba do Sul para socorrer o Sistema Cantareira e pode prejudicar o Estado do Rio de Janeiro.

Guerra da Água já começou!

Manoel Amaral