quinta-feira, 17 de abril de 2014

MENINA DE 11 ANOS ESCREVE LIVRO

MENINA DE 11 ANOS ESCREVEU UM LIVRO

Neste dia 18 de abril quando comemoramos o Dia Nacional do Livro Infantil, resolvemos publicar a história desta valente menina:

Todos os dias, durante dois meses, em 2013, Maria Luíza, foi para o computador e escreveu o livro: A Fadinha de Tooncitynei. A capa e os desenhos são de sua autoria, todos feitos no computador, em um programinha bem antigo (Paint).

Os originais levados pelo avô, que também é escritor, para correção, ouve uma surpresa: pouca coisa a modificar ou corrigir. A linguagem parecia de gente grande.

A menina é mesmo um gênio, texto limpo, histórias convincentes.

A só falta agora publicá-lo e tudo já começou; primeiro será impresso e depois como e-book numa editora de destaque.

Quanto à edição impressa, está estudando as propostas de várias editoras, caso inédito no país. Normalmente é o autor quem vai em   busca das editoras e é rejeitado na maioria delas. Quando encontra alguma só sobre sistema de demanda e pagamento adiantado.

O livro conta a história de uma escola de fadas e as dificuldades dos alunos em aprender todos os truques para tornarem estes entes tão queridos das crianças.

Maria Luíza, esta pequena escritora, lê muito, em média dois ou três livros por semana.

--Quando você resolveu escrever o livro? – Pergunta alguém.

--Desde 2013, fim do ano, que passei todos os capítulos para o computador. 
Chegava da aula e entrava no Word para escrever. Foi uma luta diária, não podia parar, queria terminar o livro até o fim do ano e consegui. Agora meu avô está cuidando do resto. Pretendo lançá-lo no Dia das Crianças, ou antes.

E ela quer imprimir o livro, com aproximadamente 50 páginas, bem barato, de maneira que a maioria das crianças de sua escola possam adquiri-lo. 

Ela aceita doação de livros infanto-juvenis, para entrar em contato com a autora mirim: manoel.amaral@gmail.com

Manoel Amaral


2 comentários:

  1. Puxa vida, Manoel! Que coisa maravilhosa! É lindo demais ver a cultura passar de geração para geração. Como seria bom que isso ocorresse em todas as famílias! Certamente o nosso país seria mais culto e, consequentemente, menos violento.

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  2. Samuel,

    Maria Luiza é minha netinha e escreve desde pequena.
    Só agora que resolvemos juntar os seus trabalhos num livro.

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