segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

TRAGÉDIA DE SANTA MARIA


NÃO VOU FALAR DE TRAGÉDIA...

“O que matou foi o pânico, a inalação da fumaça tóxica e a dificuldade em sair". (Cel. Guido, comandante do Corpo de Bombeiros)

 

O mundo inteiro publicou manchete sobre a tragédia de Santa Maria.

Não falarei sobre o assunto. Caso encerrado. Erros apurados, não vão devolver as centenas de mortos as suas famílias.

Ninguém vai mudar nada. As Boates continuarão recebendo menores, os fogos serão apontados para o teto. O terror vai continuar para todo lado.

Festas de formatura acontecem em todo país. Os jovens amontoam-se em cubículos e querem divertir-se.

Mas contra a fumaça, que mata em cinco minutos, não há solução, não há tecnologia que resolva esta situação.

Os conjuntos, as bandas, já assistiram tantas mortes por causa de incêndio,  não sei porque continuam usando show pirotécnico em recinto fechado.

Não vamos aqui relembrar o desespero da mãe, do pai exigindo justiça. Não vai adiantar nada, quem conseguirá trazê-los de volta?

Nem ficar dizendo que o extintor não funcionou ou que a boate não tinha alvará, agora é tarde demais.

Não vamos lamentar que o computador com as imagens das câmaras de segurança  tenham desaparecido, elas não iriam resolver nada.

E as famílias que nem tinham dinheiro para comprar o caixão? Isso são coisas de somenos importância.

Devemos agora pensar no futuro, aprovar apenas projetos com amplas portas de emergência e bem sinalizadas. Teto sem produto inflamável e jamais permitir o uso de fogo.

Seguranças bem treinados e não um Zé Mané qualquer, escolhido pela altura e corpulência.

Olha só, ainda tinha jornal publicando fotos de celulares de minutos antes da tragédia, mas que coisa horrorosa.

Um artista jamais imaginaria que usando um sinalizador provocaria uma tragédia. As faíscas atingiram a espuma do isolamento acústico no teto do estabelecimento e as chamas se espalharam pelo recinto.

No caso de Santa Maria, apenas duas portas laterais, bem amplas e sinalizadas, teriam resolvido o assunto.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

OSVANDIR E A MEGA SENA DA VIRADA



OSVANDIR E A MEGA SENA DA VIRADA
LOTÉRICA MANSÕES PARAISO



Ele comprou o bilhete na lotérica “Mansões Paraiso”, só poderia ganhar o prêmio da Mega Sena da Virada.

Nós pobres mortais ficamos com a quina e a quadra dali da esquina.
Mas a fofoca está em todos os jornais. Houve fraude em Aparecida de Goiânia? Dizem que na comunidade do Cartola FC, Orkut, um membro, que seu tio trabalha na Caixa e confidenciou que o ganhador sairia de Aparecida de Goiânia... isso no dia 15/12/2012!

Com R$ 244,7 milhões em jogo, isso iria acontecer mesmo.
33-14-52-36-32-41, com estes números mágicos, todos ficaram com os olhos vidrados na TV.

Saiu o 33, o Osvandir acertou. O 14, , foi na cabeça, o 52 e o 36 ele não tinha jogado, os outros dois resultados 32 e 36 foram positivos. Ele acertou a quadra, melhor que nada. Prestaram atenção: 32, 33 e 36. Para um jogo como este foram muitos números para a casa dos trinta.

Mas os cochichos continuaram: houve um tempo que os valores eram menores e havia controle. Agora com esta quantidade de dinheiro, os ricos  fizeram bolões e levaram a bolada.

Na fila da lotérica me contaram que uma doméstica ganhou um prêmio menor, aí ela perguntou: -- Dá para comprar uma casinha?
-- Não, minha Senhora, dá para comprar a rua inteira.

O coraçãozinho dela não suportou, caiu de bruços, sofreu um ataque cardíaco.

Veio aquele simpático velhinho careca e contou esta:
-- Um Zé Mané qualquer, recebeu um prêmio sozinho, não sabia o que fazer com tanto dinheiro. Começou viajando, fretando avião e levando a parentada para o nordeste. Ele era Mineiro, doidinho por uma praia. Distribuiu dinheiro para todo mundo, para os parentes e instituições de caridade. Daí um ano foi consultar o seu saldo: zero!
-- Pior foi o João Antônio, do Amazonas, também foi sorteado na Lotofácil e ficou numa alegria tamanha, mas na hora de achar o recibo das apostas foi um grande problema. Guardou no bolso, na hora de trocar de roupa deixou os papéis em cima da mesa. Uma empregada louca para limpar a casa, pegou aquilo tudo e jogou no lixo. O João ficou uma fera: abriu tudo quanto foi sacola plástica...
-- Sô João, o caminhão de lixo está passando e levando algumas sacolas, -- disse a empregada.
La se foi o pobre João vasculhar o lixão da cidade.

Aquele outro apostava toda semana o mesmo número, na semana que deixou de apostar os números vieram e ele foi parar no hospital.

Valmir quando ganhou torrou maior parte do dinheiro com bebida e mulherada, ele diz que sua esposa lhe deu uma prova de amor naquela época aguentando todos os desaforos, como por exemplo, comprar 51 carros em uma noite. Mas ele realizou seu sonho ao comprar uma grande fazenda.

A história do Miron todos conhecem, lá no interior de Goiás, em 1976, ganhou 22 milhões de cruzeiros, na Loteria Esportiva, com sua fortuna ele comprou um império e construiu uma vida melhor para ele e sua família. Investiu a maior parte do dinheiro em terras e em gado.

A mais interessante foi a que aconteceu com um colega meu: jogou na Loteca, ganhou. Pulou tanto que quebrou a cama. Fretou um táxi no mesmo dia e foi para Belho Horizonte para receber o prêmio.
No outro dia saiu no jornal: 40.000 mil ganhadores na Loteria Esportiva. Resultado: o dinheiro mal deu para pagar a cama quebrada, o hotel e o táxi.

E você, qual a história mais engraçada sobre ganhador de loterias que já ouviu?

Manoel Amaral
osvandir.blogspot.com.br
Fonte Imagem: Google