terça-feira, 16 de outubro de 2012

ATAQUE AS TORRES QUADRIGÊMEAS


ATAQUE  AS TORRES QUADRIGÊMEAS


“Interessante que eles nunca mostraram os restos dos aviões que "bateu no Polígono" e do que "caiu no mato".

Elas eram mais conhecidas como torres quadrigêmeas: a Norte, a Sul, a Leste e a Oeste, compunha o Centro Empresários Unidos - CÉU e complexo comercial localizado na maior cidade da América latina. 

A Torre Norte, a mais alta do complexo,  um dos maiores da capital, com 158 metros de altura e 152 mil m² de área construída.

A Torre Leste teve que ser reprojetada internamente para abrigar um hotel de luxo.

A Torre Oeste  usada para escritórios assim como a Norte.

O complexo ainda possuía as Torres Sul com 18 andares

Naquele fatídico dia 11/11/11, elas foram pelos os ares. A princípio ninguém entendeu nada. Como poderiam aqueles aviões não ser detectados pelos radares que perscrutam os céus de norte a sul? Teriam usado controle remoto?

O Presidente apelidado de “Arbustos” se escondeu no mato e depois reapareceu. Fez discursos, chorou, mostrou ser valente. Disse que iria atacar todo mundo terrorista.

“Alá Queda”, facção terroristas estava perdida, o presidente não daria tréguas.

Um mês antes do ataque, fizeram um seguro trilionário contra fogo, ataque terrorista e tudo mais para aquele complexo comercial, também denominado Centro Empresários Unidos - CÉU.

Depois do ataque foram saber quem tinha feito o seguro. Adivinhem? Fora o irmão do Presidente, preocupado que estava com o ritmo que as coisas andavam...

Num jornal de um país vizinho, um engenheiro aeronáutico, disse ser praticamente impossível um avião bater frontalmente contra uma das paredes da torre, só poderia acontecer em sonho.

Vários fatos falsos foram criados para desviar a atenção da massa. Aquele país era especialista nestas coisas, desde o seu descobrimento quando incriminaram um ataque a uma caravana de brancos. Os brancos se vestiram de índios. Tudo não passava de uma armação para incriminar os pobres selvícolas e levá-los para aquelas horrorosas reservas indígenas.

Na Baía dos Leitões também foi usando aviões daquele país, disfarçados, pintados com as cores de outro país.

Muitos já consideravam o caso como “A Farsa de 11 de novembro”. Vários filmes e livros foram escritos. Juntando vários vídeos da internet um brilhante militar de outra nação chegou a conclusão que aquele ataque fora orquestrado pelos sistemas de segurança do próprio país. Notou até que a partir daquela data as verbas secretas para ataque a terroristas triplicaram. Muitas leis sobre aquele assunto passaram facilmente pelo Congresso e pelo Senado.

O pessoal do Polígono, área central de segurança do país, armaram todo aquele esquema. Os três aviões chocariam com os edifícios e uma hora depois, as torres seriam implodidas, porque o choque das naves não seria suficiente para derrubá-las.

Houve um erro de cálculos, eram três aviões e caíram quatro torres, todas dinamitadas. O prédio ao lado, a Torre Sul - ruiu verticalmente, em 7 segundos, por meio de implosão perfeita. O engenheiro Jonas Tomás assinala que implosões convencionais não consegue isso, nem em sonho.

Ficou completamente convencido de que as quatro torres foram destruídas por demolição controlada, implodidas com explosivos de forte poder destrutivo.

Como isso foi comprovado? No pó recolhido por algumas pessoas, foi constatado alta concentração de nanothermite (combinação de alumínio com óxido de ferro atinge temperaturas de 2400º C), produto de grande poder explosivo, normalmente usado em demolições controladas para cortar as colunas de aço das estruturas. 

O calor gerado por queima do carburante de aviões não é, nem de longe, capaz de fazer derreter as estruturas dos andares atingidos, para nem falar dos demais, e tudo ruiu em bloco.

Uma das provas da demolição controlada é que vários pedaços das torres ficaram incrustados nos prédios vizinhos.
O coronel-aviador F. Lazer, da Força Aérea, está 100% convencido de que as quatro torres do Centro Empresários Unidos – CEU, foram destruídas por demolição controlada, implodidas com explosivos. A implosão realizada só podia ser feita por pessoal especializado e preparada durante meses. Têm de ser calculados os locais onde os explosivos de extraordinário poder calorífero (nanothermite) serão colocados. Essa técnica fez derreter as vigas de aços especiais, sem o que as torres não cairiam como caíram. Foram literalmente pulverizadas, algo impossível sem essa técnica, à luz das leis da física elementar, como lembra o Oficial.
Uma nuvem do tipo piroclástica de concreto pulverizado que é muito mais comum de ser vista em erupções vulcânicas do que em desabamentos de edifícios, subiu aos céus e depois baixou.
Um ministro de Estado do próprio país, duvidava claramente da autoria da tragédia e dizendo  que iria publicar um livro a respeito.
Retiraram todos os destroços antes de os investigadores estudarem a cena do crime. Foram enviados para muitos lugares diferentes, difíceis de serem identificados.
 No mesmo dia foi lançado míssil sobre uma ala do Polígono, centro de poder e investigação do país. Houve uma polêmica danada, a informação oficial dizia que se tratava de um avião, mas as fitas de gravação provavam o contrário. Fora mesmo um míssil, fraquinho, com pouco poder de destruição, só para queimar alguns computadores velhos que foram reunidos naquele local. Só para fazer cena e aumentar o terror contra a população.
Um jornal nacional preparou uma pesquisa onde ficou constatado que 80% do povo não acreditava na versão oficial.  Ficaram sabendo que no dia do ocorrido, judeus ligados a suas comunidades não foram trabalhar no prédio.
Quinze dias antes do ataque os sistemas de segurança do país reservaram mais da metade das salas na Torre Sul.
“Alá Queda”, a facção terrorista dirigida por Masoma nunca confirmou a autoria daquele ataque. Sempre negou.
“O poder tirânico da oligarquia financeira, que controla a grande mídia e os formadores de opinião que a esta tem acesso, demonstra, está obtendo os resultados da desinformação massiva quando submete a humanidade á sua tirania,” – falou um deputado da oposição.

Manoel Amaral

7 comentários:

  1. Respostas
    1. Amigo Manoel o OSVANDIR é um sujeito culto, inteligente e tem senso de humor,
      é um pesquisador nato, grande conhecedor das maracutaias deste e de outros países.
      Gostei muito do texto é criativo e com uma pitada de humor.
      Parabéns pelo texto.
      Grande abraço.
      Almir.

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  2. Amigo Manoel o OSVANDIR é um sujeito culto, inteligente e tem senso de humor,
    é um pesquisador nato, grande conhecedor das maracutaias deste e de outros países.
    Gostei muito do texto é criativo e com uma pitada de humor.
    Parabéns pelo texto.
    Grande abraço.
    Almir.

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  3. Viu Almir, não é tão difícil comentar no meu blog.
    Basta seguir as regras.
    Tem várias modalidade de leitura: clic no alto, às esquerda,
    você verá que tem até um modelo Magazine, no estilo de jornal.

    Abraços
    Manoel Amaral

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  4. E como diz o ditado: "há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia"(creio que era algo assim!). Encontra forma bastante criativas de discutir o que acontece no mundo. Ótimo texto!

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  5. Hoje em dia estariam dizendo: Há mais coisas entre o céu e a terra do que avião de carreira".
    Obrigado pelo comentário

    Abraços
    Manoel

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