terça-feira, 27 de março de 2012

OS PROFESSORES DO FUTURO

OS PROFESSORES DO FUTURO

Imagem Google

Estamos em 2062, pelo programa inventado por um brasileiro, hoje trilionário, um tal de Osvanir, filho de Osvandir, denominado “Lei do menor esforço”; os estudantes não precisavam mais ir as escolas.

Para formar-se em qualquer curso, bastava apenas ir a um dos milhares de laboratórios de Brasileia e solicitar a implantação de um minúsculo (e põe minúsculo nisso, menor que um pontinho final) chip no cérebro na região específica.

“Vai um curso de Matemática Avançada aí? Passe em nosso Curso Espacial do Professor Osvanir e implante o seu”, dizia a propaganda.

“Quer ser um cientista completo? Só demora um segundo e clic, está instalado o seu Curso Completo de Medicina Nuclear”, dizia outro texto que passava em várias telas por todo lado.

Não tinha mais Professor, nem aluno, nem escola, nem livro em papel, nem muitos dos aparelhos eletrônicos do passado recente.

O maldito celular foi banido de todos os países, agora foi criado um simples dispositivo implantado na orelha de cada cidadão, para comunicação. Óculos não existem mais, apenas uma membrana colorida abre e fecha conforme a necessidade de proteger-se da luz.

Osvanir, PHD em vários assuntos, havia estudado eletrônica, mecatrônica e nanoeletrônica e resolvera, num golpe de sorte, criar a ONG (Osvandir Nova Geração), em homenagem a seu pai.

A empresa espacial, (as minúsculas peças eram criadas no espaço) ia de vento em popa. Tudo estava dando muito certo. Até criara o Museu Universal, onde você poderia aprender sobre o passado da humanidade, desde o homem das cavernas até a era da conquista espacial.

Na década de 15 (2015), os alunos violentos estavam assassinando os professores em sala de aula. Brigas, bullyngs, guerras de torcidas de futebol, políticos corruptos tomaram conta de tudo.

Veio a 4ª Guerra Total, os EUA, Inglaterra e Israel ficaram destroçados. Em 2050 tudo foi recuperado, os campos de guerra viraram campos de produção.
Onde outrora existia a bela cidade de New York, hoje verdeja uma enorme plantação de milho americano.

A minúscula ilha inglesa hoje só tem batata, as cidades foram todas destruídas. O Big Bem há muito parou de dar as suas badaladas. Dos palácios chiques só sobrou as lindas fotos tridimensionais.

Em Brasileia, tudo ficou diferente, mas para melhor. As cidades não eram mais exageradas, tinham um tamanho padronizado: Grande, média, pequena e não cresciam além da conta. Tudo era planejado eletronicamente.

Numa das visitas ao Museu Universal os alunos (não arranjaram palavra melhor) viram como era as aulas em 2020: O Professor ficava numa redoma de vidro, à prova de bala, para evitar assassinatos. Depois criaram o Professor Holográfico, apenas uma projeção, mas as guerras entre os alunos continuavam. Até que o nosso brilhante Professor Osvanir teve a ideia de criar a ONG (Osvandir Nova Geração).

A partir daí tudo se tornou mais fácil, não existia mais nem alunos e nem professores, apenas um laboratório fazia tudo.

Agora já estão projetando para o futuro, o nascimento de crianças com os Chips do Saber implantados em seus cérebros. Há muito que as mulheres não tem mais este incômodo de gerar crianças, são todas produzidas nos laboratórios das Centrais de Reprodução Humana.

Engraçado, uma coisa a ONG não conseguiram mudar, a maneira de pensar e viver do brasileiro. O mineiro, o carioca, o paulista, o baiano, o nordestino, os do sul; tudo no mesmo estilo. Foi até bom esta diversidade, aí reside a alegria de nosso povo: a diversificação.

Atualmente estão até estudando este assunto para implantá-lo em outros países.

Não havia mais guerras, aprenderam finalmente, a lição.

E SALVE A PAZ, invenção de um brasileiro!

Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com.br

segunda-feira, 12 de março de 2012

O BRASILEIRO É SEM EDUCAÇÃO

O BRASILEIRO É SEM EDUCAÇÃO

O copo de plástico, como é visto hoje, foi concebido na década de 30 (1930), mas como naquela época a moda demorava muito a chegar por aqui, só pelos anos 60 que virou uma praga, aonde a gente ia, encontrava um.

Naquela época tudo era diferente de hoje, não vamos ser chato, dizer que tudo era melhor, não era. Tinha muitas coisas ruins também.

Mas pelo menos quando a gente saia de uma festa, poderíamos observar que tudo estava em ordem, nenhum copo no chão, nem líquidos derramados nas mesas.

Já tinha o rock, o iê, iê, iê; o memorável conjunto The Beatles e outros de músicas de ritmos acelerados, mas nem por isso saíamos por aí quebrando as coisas e nem tacando fogo nas lixeiras e quebrando as placas nas ruas depois dos bailes.

A hora que a gente chegava em casa era exatamente a hora que hoje os jovens estão saindo para as festas.

O mais popular era o copo americano, de vidro, com 200 ml. Agente bebia, mas não derramava, comia mas não empanturrava de salgadinhos e docinhos.

Hoje ao acompanharmos nossos netos a uma festinha de aniversário já notamos uma grande diferença de nosso tempo.

Antes mesmo de cantar o famoso parabéns, já tem copos plásticos esparramados pelo chão, garrafas pet tombadas nas mesas, papéis e pedaços de coxinhas, empadinhas e cajuzinhos pelo chão. Crianças correndo por todo lado, trepando nas mesas, fazendo xixi na maior tranquilidade fora do banheiro.

A coisa mais chata que acho é a fúria com que as crianças atacam os balões mesmo antes de terminar a festa. Não podem sobrar nenhum, todos devem ser explodidos.

Passando pela rua vemos a educação do brasileiro de hoje, com pequena ressalva para alguns, a lixeira está mesmo ali e tudo você pode encontrar pelo chão: toco de cigarros, papéis de balas, chicletes e picolés. Restos de sorvete e os abomináveis copos plásticos, agora maiores. O dobro dos antigos copos de 200 ml? Não, o triplo. Ou um pouquinho a mais: 700 ml.

E como eles estão espalhados pela rua, calçadas e praças. No meio das flores, gramas e escondidos atrás das grandes árvores. Os sacos de lixo das lanchonetes ou sorveterias já não comportam tanta sujeira, tanta falta de educação.

Sei que muitos vão dizer: --Mas não vamos generalizar! Tem muito jovem bem educado. Joga lixo na lixeira.

Joga, mas são tantos copos (de 700 ml) que a lixeira não suporta e nem os sacos plásticos.

Produzimos lixo em excesso, somos verdadeiros homens de plástico. Tudo, tudo, agora é feito de plástico. Quem imaginaria um relógio feito de plástico?

E as garrafas pet para refrigerantes? Começaram com os tímidos 900 ml, passaram logo para 1.500 ml e agora já encontramos de 3.500 ml e brevemente já estaremos nos 5.000 ml ou 5 litros. Todos estão bebendo demais, alargando o estômago.

Estava eu numa mesa de um bar, saboreando alguns pastéis assados, quando notei três jovens assentando-se na mesa ao lado. Pediram qualquer coisa para beber. O calor estava insuportável. Mandaram vir uma Coca Cola de 3.500 ml. Aí pensei: -- Quase 1.200 ml para cada um, se tomarem tudo. É muita coisa, vão alargar o estômago demais, por causa de uma bebida tão viciante como essa.

E não é que não largaram nem uma gotinha na garrafa? Não sobrou nada para uma abelhinha que estava voando por ali. Iam para aula com a barriga naquela situação, ainda mais com aquele produto que tem muitos ingredientes na receita que até hoje ninguém sabe exatamente o que é. A sua fórmula continua sendo um dos grandes segredos industriais da atualidade.

O mesmo acontece com as pipocas nos cinemas. Fico até com vergonha de dizer, naquele tempo a gente pegava um saquinho de pipoca que cabia na palma da mão. Hoje os meninos que não estão nem andando ainda já entram com embalagem do seu tamanho. Grande mesmo nunca vi coisa igual, para que tudo isso?

Mas estamos na era do exagero, vejam só o tamanho dos sanduiches que vão pelo mesmo caminho das bebidas. Para que tanta ganância de ganhar e os outros de comer?

“Nos Estados Unidos existem 4 milhões de pessoas com obesidade mórbida, e no Brasil existe mais de 1milhão. Em cada 10 brasileiros 4 estão acima do peso.” Vou por umas aspas aqui e informar que não sou eu que estou afirmando isso. São médicos, hospitais e serviços de saúde do país. E o pior: morrem 80.000 obesos por ano.

As crianças, desde cedo são estimuladas a ficar em casa, comendo bolacha, vendo TV, no computador ou jogando videogame, com uma vida sedentária.

Já prestaram a atenção nas barrigas? Estão cada vez maiores. Cerveja nos adultos e refri nas crianças. Não estão almoçando e jantando, estão “tomando todas”, como gosta de dizer um vizinho.

Acho até melhor parar por aqui, o assunto vai desdobrando-se, de uma coisa pulamos para outra, vai rendendo e para internet mais de duas páginas já é muito grande...

Manoel Amaral

http://osvandir.blogspot.com

quarta-feira, 7 de março de 2012

OS POBRES VELHINHOS

ABANDONADOS, MALTRATADOS, ROUBADOS E ASSASSINADOS:             OS IDOSOS


Os filhos, para agradar, usam uma infinidade de nomes para os seus velhos: Terceira idade, melhor idade, idade especial ou idoso; pura bobagem. Velho é velho, aqui ou em qualquer lugar do mundo.

Tem as suas deficiências: está ouvindo pouco, comendo menos, andando emborcado, desequilibrado, nem consegue raciocinar direito.

Outro dia vejo pela TV mais um, entre os milhares de casos, de um velhinho de mais de oitenta anos que foi ludibriado por um mau caráter, bem vestido, se dizendo tratar de um representante de banco. É bom frisar que banco não envia ninguém a sua casa.

Chegou, pediu para entrar, falou que o cartão da vítima estava com problemas, que iria providenciar a troca para que tudo ficasse bem.

O inocente, de cabeça branca, com o peso da idade nas costas, entregou o seu cartão, sem pestanejar e ainda agradeceu ao malandro.

Alguns dias depois recebeu a péssima notícia que o pagamento da sua aposentadoria, estava faltando alguns reais, para ele muito dinheiro.

Procurou logo a família, gente simples, que nem sabia o que fazer. O advogado orientou para que procurassem o banco, que não deu muita atenção ao assunto.

Voltaram ao advogado, que novamente foi parar naquele banco, exigiu o cancelamento do cartão e emissão de outro.

Houve então, como o velho não tinha assinado nada, o cancelamento daquele empréstimo.

O velhaco senhor, todo engravatado foi avisado pela financeira que o negócio não deu em nada. Que tratasse de pagar do seu bolso o gordo financiamento. Ele escorregou por entre as linhas daquele contrato e devolveu o que tinha recebido.
Mas nem sempre é assim e estes vagabundos, estão por aí, a cada dia aplicando novos golpes, difíceis de serem acompanhados e resolvidos pela polícia. A cada dia eles inventam uma nova maneira de assaltar a quem trabalhou a vida inteira e agora acha que pode descansar.

Se pensam que os velhinhos, os de melhor idade, estão a salvo da família, estão muito enganados. Volta e meia estão enrascados com parentes que querem por a mão na sua grana.

Outro dia mesmo foi um neto que no descuido do idoso, passou a mão na dinheirama e foi gastar com drogas.

Outro caso comum é o procurador que recebe uma quantia e repassa apenas a metade e estamos conversados...

Tem gente que fica de olho e na saída do banco, conversa vai, conversa vem e quando o coitado chega em casa, suado, cansado, pernas doendo, cabeça girando e sua filha pergunta:
-- Pai cadê o dinheiro?
-- Ele bate a mão no bolso e nada por ali.

Foi assaltado e nem percebeu. Deve ter sido aquele elegante Senhor, engravatado, acima de qualquer suspeita, que ofereceu-lhe um sorvete na esquina.

Agora a comida ia diminuir, o cigarro também e o amor de filha, irritada, estaria comprometido.
O Governo Federal e os Estaduais abriram as pernas e permitiram os mais variados descontos em folha, inclusive destes empréstimos, até por telefone; onde já se viu uma coisa dessas. O cidadão não assina documento nenhum e no noutro dia lá está o dinheiro em sua conta.

E se o indivíduo que ligou não for a pessoa que está dizendo ser? Apenas pegou os seus dados em qualquer lugar, na internet, achou na rua ou roubou pura e simplesmente.

As financeiras estão por aí, em todas as esquinas, nos melhores pontos, competindo com os grandes bancos. São muitas, fervilham nas grandes cidades e anunciam em todos jornais, rádios e televisão: Dinheiro a juros baixíssimos, escondem no pacote as altas taxas administrativas cobradas do idiota que pega um empréstimo para pagar outro.

A moda agora e juntar todos os seus empréstimos e pagar tudo num só. A vantagem? Só das Financeiras!

Você por acaso já viu Bancos e grandes empresas fazer alguma coisa vantajosa para o cliente? Enfiam a faca de qualquer jeito, querem é arrecadar ou vender.

Haja vista os altíssimos lucros, só no Brasil, dos quatro maiores bancos. Nem vou citar nomes, isso não adianta, só serve de propaganda para eles.

Para que falar mais? Não vamos fugir do assunto. Velho é velho e pronto!

Manoel Amaral

sábado, 3 de março de 2012

CAMPANHA ELEITORAL VEREADORES


CAMPANHA
ELEITORAL PARA VEREADORES


As campanhas eleitorais 2012 já estão deflagradas, antecipadamente, a imprensa (escrita, falada e internet) iniciaram uma tola discussão perguntando se Vereador pode ou não comprar projetos de leis de Assessorias Particulares.

Pura bobagem, isto já vem sendo feito há muito tempo e os jornalistas fingem que não sabiam disto.

Por causa desta tola discussão é que todos só comentam em seus sites tal assunto. Desde o dia 20 que todos os jornais do país publicaram qualquer coisa sobre o assunto. Tudo teve início com uma entrevista que demos para o Jornal Estado de Minas a Alice Maciel e uma sua amiga, que se
fez passar por uma compradora de Projetos de Leis de certa Câmara Municipal
(que não vou citar é claro!).

Um assunto tão bobo tomou proporções tão grandes que no outro dia dei entrevista para os principais jornais ou eles pura e simplesmente copiaram de outros jornais (eles podem!).

A Rede TV procurou-me no sábado p. passado, marcando entrevista para as 14 hs, lá fui e respondi a todas as perguntas. O assunto era o mesmo: Quem comprava, quanto comprava, quando. Outro questionamento que todos fazem: pode o Vereador comprar projetos de leis de Assessoria Particular? Claro que pode, deve, convém e faz bem!

Tenho mais algumas entrevistas marcadas para esta semana. Do jeito que a coisa está indo, logo, logo estarei sentado ao lado de Jô Soares, Ana Maria Braga, Ratinho, Gugu e Faustão... Não duvidem!

Manoel Amaral

http://www.casadosmuncipios.com.br/