domingo, 27 de novembro de 2011

OSVANDIR E O MISTÉRIO NA FLORESTA III

OSVANDIR E O MISTÉRIO NA FLORESTA III


Capítulo III
O GARIMPO ABANDONADO



Olívio então soltou uma gargalhada e disse:
― Como pude ser tão ingênuo. Estava tão próximo do local, viajei tantos quilômetros para descobrir o óbvio.
― Pois é, as coisas são assim mesmo. Mas temos muitos segredos a descobrir ainda.

Os dois pagaram as contas, pegaram um avião monomotor, Cessna-208, Caravan e partiram para o local de onde Olívio havia saído.


Munidos de equipamentos de sobrevivência na selva, uma boa câmera digital, rádio, GPS para marcar as coordenadas.


Osvandir com poucas horas de observações pode notar que aquele desenho num papel menor seria uma anotação referente a algum garimpo. Visitou vários e não conseguiu identificar nenhum parecido com aquelas anotações.


Com a permissão dos índios entrou na reserva e guiado por um deles foi visitando os garimpos abandonados.


Próximo de duas serras achou vestígios de escavações, pelo minério exposto ao tempo, na beira do rio, verificou que haveria grande possibilidade de ser garimpo de diamante.


Os índios informaram que aquilo ali havia sido abandonado há muito tempo. Foi uma mineração que não deu certo. Não havia diamante nenhuma naquelas redondezas.


Mas Osvandir, insistentemente, seguiu rio abaixo e encontrou outro local abandonado recentemente.


Havia até uma cabana com pertences dos garimpeiros. Um chapéu foi reconhecido por Olívio, que disse tratar-se de um conhecido seu, que fora assassinado naquele dia que também mataram o rapaz da tatuagem.


Não havia dúvidas, o local era aquele. Mas e as duas serras? Olhando para o Norte não havia nada, para o Sul muito menos. Mas ao olharem para o leste, já no fim do dia, avistaram duas serrinhas que quase não apareciam, coberta que estavam pela floresta.


O local era aquele mesmo! Restava saber se o morto guardara alguma coisa por ali. Pesquisaram o local e encontraram três cavernas.


Olhando no outro papel verificou que tudo coincidia. Havia uma cruz vermelha bem na caverna do meio.


Agora era só pesquisar o local...


Manoel Amaral

Texto faz parte do Livro "Antologia I - Blog do Osvandir"

2 comentários:

  1. Olá, tudo bem?? Como prometido, dei uma rápida olhada no blog e li este capítulo aqui.

    Sua escrita é fácil de ler, chama o leitor para dentro da história... Vai em frente, viu? Tem jeito pra coisa... Depois de terminar o texto, procura alguém para fazer uma leitura crítica (este é um serviço pago), correção e outros pequenos ajustes... Depois envia para editoras que publiquem literatura infanto-juvenil.. Outra dica é tentar se inscrever em concursos...
    Parabéns.

    Valdeck Almeida de Jesus
    Poeta, Escritor e Jornalista
    www.galinhapulando.com

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  2. Caro Escritor Valdeck,

    Obrigado pela visita ao blog do Osvandir.
    Vou seguir todos os seus conselho.

    Abraços
    Manoel

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