quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A MORTE VEIO DO ESPAÇO

A MORTE VEIO DO ESPAÇO
CAPÍTULO I
O SATÉLITE LOUCO
Aquele satélite militar sob o número 12.12.12 fora lançado há alguns anos, numa daquelas operações sigilosas da NASA, muito dinheiro investido no projeto, vindo das polpudas verbas secretas recebidas do orçamento da união.
Trabalhou muitos anos a serviço da CIA, do FBI, e muitos outros órgãos federais de segurança.
No começo deste ano, uma informação estranha chegou aos mesmos órgãos indicando que qualquer coisa não ia bem com o caríssimo satélite.
Um zumbido desconhecido que fazia todo mundo ficar meio doido. Saiu da rota original. Muitas tentativas foram feitas para recuperar os milhões de dólares gastos no empreendimento.
Em caso de guerra eletrônica, ele seria o primeiro a desencadeá-la, com os inúmeros dispositivos que possuía.
E isso já estava acontecendo. O satélite primeiramente atingiu com o seu possante raio laser um vulcão inativo, que passou imediatamente a entrar em atividade.
Um terremoto foi localizado num setor, também obra do poderoso equipamento militar, que girava no espaço.
Alterações na temperatura, chuvas fora de época. Furacões, tornados. Frio excessivo em locais onde outrora fazia o máximo de calor.
A camada de gelo das calotas polares estava derretendo enquanto nas regiões tropicais o frio estava prejudicando vários países.
Colheitas perdendo por chuvas, outras torrando por causa do sol.
O litoral brasileiro, com sol quase o ano inteiro, agora estava constantemente sob chuva, granizo, queda de barreiras, estradas intransitáveis.
Os órgãos de segurança dos EUA estavam preocupados com outras coisas que o satélite poderia fazer.
E a preocupação aumentou quando a primeira grande cidade dos EUA foi atacada em vários lugares. Grandes edifícios, aeroportos, templos, monumentos, viraram entulho.
O Pentágono, de barbas de molho, pelo pequenino ataque da época do WTC, em 2001, (avião ou foguete?) a gora estava diante de algo criado por eles mesmos. Uma arma poderosíssima, que poderia lançar sobre a terra vários raios ao mesmo tempo.
Manoel Amaral


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