domingo, 26 de junho de 2011

O QUE VOCÊ FARIA COM 73 MILHÕES DE REAIS?


“O casamento real entre o Príncipe William e

Kate Middleton está estimado em 70 milhões de reais.”


Pois é, lá se foi à ilusão, o prêmio de R$73.000.000,00 (73 milhões), da Mega (diz Word que é meiga) Sena, saiu para um cidadão de Santo André, São Paulo.

Os números sorteado enganaram a todos: 02 - 05 - 15 - 20 - 43 - 57.

Osvandir quase levou a bolada, errou apenas dois números. Como consolação ganhou uma ninharia da Loto Fácil.

Todo mundo ficou a espera dos fabulosos 73 milhões de reais. Uns até pensaram o que poderia comprar: uma mansão, uma indústria, um povoado inteiro, um prédio de luxo, um poço de petróleo, ações da Vale, da Petrobrás, um bom emprego permanente no primeiro escalão do governo e uma infinidade de coisas bobas.

Os entrevistados responderam que iriam ajudar a mãezinha, a irmãzinha, os filhos, os avós, os parentes e muita gente.

Alguns foram mais racionais e pensaram em poucas coisas: uma viagem pela Europa, EUA, Rússia, China e por aí mundo afora.

A maioria queria saldar as dívidas, sinal que tem muita gente endividada por aí.

Investir em educação ninguém falou.

A mais sensata foi ANA: “primeiro de tudo ficar calma; depois aplicar e pensar bem como fazer esse dinheiro multiplicar e aprender a conviver com ele, sem ser escrava dele”.

Com R$ 73.000.000,00 (setenta e três milhões de reais ) é possível comprar mais de 2 mil carros ou render mais de R$ 300.000,00 por mês, na poupança. Por que poupança? Poderia ser outro tipo de investimento diversificado, bem pesquisado.

O Osvandir pensou bem e ficou mais tranquilo. Aquele dinheirão todo só ia complicar a sua vida!

domingo, 19 de junho de 2011

O MEU CAFÉ

O MEU CAFÉ

"Para alguns uma pequena xícara contendo o néctar
negro com espuma de ouro é um meio de sobrevivência
(Tia Odacir)

Cinco horas da madrugada, levanta cambaleando, tropeçando nos móveis, quebrando o dedo mindinho no sofá da sala. É hora de ir para o trabalho.

O seu tio Osmair já está lá há um bom tempo, passando o café: duas colheres de pó, quase um litro d’água, três colheres de açúcar. Fogo aceso aguardando as primeiras fervuras. Nunca deixa a água ficar muito tempo ao fogo. Se ficar o café fica mais amaro.

As lembranças vão e vêm, lembra-se da vovó Odair lá no sertão de Goiás, nos fins da década de oitenta, quando ainda era criança. Bodoque (estilingue) na mão, ir para o mato caçar passarinho. Banho no ribeirão, pular corda, chicotinho queimado e esconde-esconde, sem contar as intermináveis manhãs soltando papagaio (pipa) lá no pasto, sem nenhuma moto ou fios de rede elétrica para atrapalhar. Até que viesse uma rajada de vento e pronto. O papel e linha engaranhavam naquelas árvores lindas que já não existem mais...

Café é estimulante, trás boas lembranças. Os políticos não podem nem pensar no café. Saiam bem cedo, de fazenda em fazenda, não tinham garrafa térmica. Quando o candidato chegava era café que não acabava mais, requentado. O que salvava a situação eram os biscoitinhos cozido, escaldado, sequinho, bolos de fubá e aquele de amendoim. Uma infinidade de iguaria no meio do sertão. Tinha até um bolo com nome engraçado: o tal de Mané Pelado (?) feito de mandioca (aipim). Passavam até a receita pra gente:
Ingredientes
  • 900 gramas de mandioca ralada fina
  • 1 xícara de queijo Minas ralado
  • 3 colheres de sopa de margarina
  • 2 colheres de sopa de óleo de soja
  • 4 ovos
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 vidro de leite de coco
  • 1 xícara de coco ralado
Modo de preparo
Esprema a mandioca para retirar um pouco da água.
Bata os ovos inteiros até espumarem.
Junte o açúcar e bata de novo.
Misture o queijo, a manteiga e o óleo na mandioca.
Adicione os ovos batidos, o leite de coco e o coco ralado e mexa bem até misturar todos os ingredientes.
Unte uma forma de bolo com margarina e enfarinhe.
Asse o bolo até começar a dourar.

Lá o mato tem todo tipo de receitas naqueles velhos cadernos das vovós. Agora não tem graça, está tudo na internet. Naquele tempo aqueles livrinhos eram um tesouro, passavam de mão em mão.

Café é assim, tem que ser tomado na hora ou no máximo, meia hora depois, do contrário está velho.
Mandaram o Osvandir buscar pó no supermercado e ele ficou naquela indecisão: Café Uno coração, dois corações ou Três Corações? Consultou o repositor de mercadoria, aí ele deu uma lição sobre o café.

Disse que depende do terreno e o tipo. Tem um preto chamado robusta (mais conhecido como Conilon) e o arábica. Para o pó ficar bom tem que haver uma mistura, meio a meio dos dois. As fazendas são muitas, mas a maioria está com as multinacionais, para exportação. As grandes indústrias descentralizam, produzem e empacotam em várias regiões do pais.

O Brasil é um grande produtor e exportador de café. Os industriais faturaram US$ 240,469 milhões até maio de 2011.

Algumas marcas com nome curioso: Pilão, Grão de Ouro, Camelo, do Ponto, do Bom, Qualquer Um, Louco por Café, Pingo de Ouro, Damasco, Maratá, Nescafé e 3 Corações.

Você pode usar o Tradicional, o Fort, Solúvel, Superior ou o Puro. Quem resiste a um cafezinho expresso, cremoso ou um cappuccino?

Manoel Amaral
Leia outros contos, artigos e crônicas do autor.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

OSVANDIR E O ACIDENTE

“Rico saka, pobre sakeia, político sakaneia.”

(Para-choque de caminhão)

Naquela manhã de junho, o frio cortando os braços, cinco horas, o motorista dá um golpe no volante e o caminhão baú rodopia no asfalto e vai parar a uns três metros de uma enorme ribanceira.

Assustado o motorista sai da cabine, olha para os lados e vê o povo correndo ao seu encontro e pensa que eles vieram socorrê-lo. Não, eles vieram é saquear a carga de produtos alimentícios.

Pedaços de carne por todo o asfalto e cada um levava o que podia.

João, motorista há de 20 anos devia estar acostumado com isso, mas sempre fica preocupado. A carga estava no seguro. Ele não sofreu nenhum arranhão.

Liga para empresa, um grande frigorífico da região da grande BH e explica a situação. Informa que o local é próximo de uma favela. Muitos morros e pirambeiras, estrada ruim e cheia de buracos. Asfalto molhado e chuva caindo sobre tudo e todos.

― Vimos a reportagem da tevê, pode ficar tranquilo, João. A seguradora pagará o prejuízo. Pegue o que sobrar e venha urgente para nossa empresa. Saia daí o quanto antes.

― Certo, Dr. Roberto, vou acelerar, para que ninguém pegue o que ainda está na carroceria do caminhão. As que caíram eles já levaram.

― Tá bom, pode vir para central. Não se atormente. Não corra neste trânsito louco da capital e cuidado com as obras, não vá despencar por um viaduto em construção.

O motorista seguiu o seu caminho e alguns ainda queriam pegar mais carne e saíram correndo atrás do veículo.

Osvandir, que há muito tempo vem investigando acidente ali naquele local, ficou intrigado de como o caminhão rodopiou na pista, sem nada aparente no asfalto. Seria algum defeito? Alguma coisa que fora atirada? Ou o motorista cochilou?

Começou ficando por ali quase o dia inteiro e viu mais um acidente, desta vez uma camionete cheia de sacos de arroz, 5 quilos cada, tudo esparramou na pista. O povo foi saindo por detrás das moitas, pareciam que estavam esperando pelo evento.

Para a felicidade do proprietário do veículo apenas alguns sacos do produto caíram ao chão; ele, muito esperto, deu uma acelerada e sumiu daquele local, onde o povo vive faminto.

No outro dia Osvandir veio mais cedo e pode presenciar um acidente com um caminhão de frangos. Foi um revoar e penas para todos os lados. Aquelas aves são patetas, caem e ficam paradas. De tanto viver na prisão até a morte, nunca saem para mais nada a não ser comer, comer e comer. No fim nós as comemos.

Alguma coisa chamou a atenção de Osvandir. Ele viu qualquer objeto, parecido com uma pequena pedra surgir no espaço, antes do acidente.

Marcou a direção de onde poderia ter vindo e foi para lá. Quando chegou, alguns garotos saíram correndo serra abaixo e deixaram cair um bodoque (estilingue) de borracha de pneu de bicicleta, bem usado. Na no cabo da forquilha, notou alguns cortes, que na sua linguagem de sinais entendeu serem pássaros abatidos. Eram 15 marcas bem recente. Seriam carros acidentados?

Só uma análise mais apurada poderia resolver esta questão, razão pela qual Osvandir resolveu voltar na manhã seguinte e ficar escondido perto de onde saiam as pedras: um barranco de 5 metros de altura e muito mato na parte superior.

Foi chegando e notou que alguns garotos já estavam no local preparando os seus estilingues. O mais velho mirou um caminhão de transporte de bebidas e no mesmo instante o motorista assustou-se com o barulho da pedra que bateu na lataria.

Aquele momento foi crucial, Osvandir queria ver se o homem era mesmo um bom motorista e se conseguiria dominar o medo.

Houve um ranger de freios, rodas riçando o asfalto molhado e a carga saltando da carroceria.

A um sinal dos garotos, várias pessoas saíram das moitas e começaram a carregar garrafas pet de Coca-Cola, que ficaram espalhadas na rodovia.

Neste momento, o que parecia ser o líder dos garotos, desceu do barranco, pegou um fardo, jogou nas costas e saiu pelo mato a dentro.

Osvandir teve a oportunidade de filmar todas as cenas do crime.

Depois do processo totalmente montado, várias empresas queriam contratar os seus serviços. Ele disse não, saiu e foi-se, deixando com o Delegado a solução dos acidentes na Curva da Morte.

Manoel Amaral

Leia outros contos, crônicas e artigos deste autor:

http://osvandir.blogspot.com

terça-feira, 14 de junho de 2011

COCÔ HUMANO GERA ENERGIA

"Esta vida é um cocô." (Juquinha, amigo do Osvandir)

Foi na década de setenta que o Banco Mundial, enviou uma verba, a fundo perdido, para construção de uma ETE (Estação de Tratamento Esgoto) no Povoado da Prata de Cima, Município de São Gonçalo do Pará/MG.

O dinâmico Prefeito Osvaldo Maia cuidou de providenciar a licitação para a construção da referida obra.

Pronta, ela funciona até hoje, naquele povoado, reciclando os resíduos de esgoto que passam por processo de purificação e são devolvidos como água limpa para o córrego da Prata.

Lembrei disso tudo à propósito de notícias vinda de Hamburgo, na Alemanha onde existe uma grande estação para tratamento de esgoto residenciais e industriais.

“Os sólidos, primeiro liberam gás metano, que é distribuído como gás de cozinha à população. Depois são secados e incinerados. O calor toca uma usina termoelétrica, que produz energia suficiente para toda a rede de coleta e tratamento de água e esgoto de Hamburgo (stylofm)

“Os resíduos líquidos passam por processo de purificação e são devolvidos como água limpa para o rio.” (Globo)

Assim os alemães conseguem transformar cocô em eletricidade, que beleza, não?

“Os rios ficam limpos e não há emissão de gases que provocam o efeito estufa.” (Webnoticia)

“Um biodigestor, alimentado com palha de milho e com o esterco, que vem de caminhão das fazendas. Tudo vira gás metano, queimado para esquentar a água que aquece as casas no rigoroso inverno do norte.” (Gazeta de Rondônia)

Diante de tantas notícias boas o Osvandir pensou até em bolar um projeto para aproveitar amônia da urina expelida nas rodoviárias dos grandes centros do mundo.

Acabou achando na internet muitas coisas sobre o assunto. Até astronauta estão reciclando urina, em projetos da NASA.

Foi mais além, agora quer um motor à base de cocô, para aproveitar todas estas sujeiras que aprontamos nos banheiros.

Em tempos de Trem-Bala da China, que percorre muitos quilômetros por hora, uma velocidade de assuntar, acho que o Osvandir vai se dar mal com essas suas ideias.

Alguns chineses acham que a história do trem-bala é para encobrir grandes golpes de corrupção e desviar o foco de notícias sobre inflação naquele país.

Por outro lado a Alemanha vem anunciando o fechamento de todas as suas usina nucleares até 2022.

Aqui viajamos em rota de colisão: A Petrobrás quer implantar várias delas em nosso país tão cheio de rios que poderiam ser aproveitados.

É um contraste. Lá eles querem se ver livre das usinas, aqui estas mentes pequenas querem implantá-las. Que morra o povo pobre, não tem importância, tem muita gente sobrando em todo canto, assim pensam.

Quando a China estava construindo as obras para o seu trem-bala, até empresas brasileiras queriam participar da licitação.

Agora mesmo recebemos visita dos chineses que estão interessados na construção das obras para o nosso trem-chiclete. Saiu no jornal, não tenho nada com isso.

Prefiro encerrar com outra boa notícia:

A estação de trem de Estocolmo, na Suécia vai aproveitar o calor gerado pelo corpo das pessoas que passam por lá todos os dias. O plano consiste em capturar a energia gerada pelo calor dos corpos por meio de receptores instalados por toda a estação.” (Terra)

O calor humano, vamos abraçar...

Manoel

http://osvandir.blogspot.com

Leia outros contos, artigos e crônicas deste autor.

TREZENTAS POSTAGENS

300

POSTAGENS

É o que estamos completando hoje!

Mais de mil páginas escritas,

nestes quatro anos e meio

de muito trabalho.

domingo, 12 de junho de 2011

OSVANDIR E A BEZERRA DE OURO



Assistindo a uma reportagem na TV, na manhã de domingo, 12 de junho de 2011, ouvi a notícia que na Argentina nasceu a primeira vaquinha da raça Jersey que dará um leite semelhante ao leite das mulheres.

“A bezerra é resultado da clonagem de dois genes humanos que codificam proteínas presentes no leite humano e de grande importância para a nutrição dos lactantes. Essas proteínas são a lactoferrina e a lisozima humanas, que têm funções antibacterianas, nutrem as crianças de ferro e fornecem agentes de imunidade contra doenças”, conforme informa cientistas do INTA - Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária.

Osvandir logo ficou pensativo, se já estão clonando vaca e anunciando há muito tempo, já devem ter clonado seres humanos nos EUA, na Inglaterra, França e Bahia. E estão todos caladinhos para ver o que pode acontecer quando tiverem maior idade.

Quem sabe já temos até presidente, políticos e altas autoridades clonados e ninguém sabe disso, ou sabem e não dizem nada.

― Vou consultar ao FBI, a Cia e a polícia secreta de Israel ― disse Osvandir.

Por outro lado pensou novamente na possibilidade do emburrecimento do povo, todos podem estar sendo alvo de enxerto de DNA de animais, principalmente dos inocentes burrinhos.

Se na Argentina, que é mesmo ali, já produz até vaquinha (e bonitinha), que dá leite humano (de mulher, é claro), porque não poderiam estar incorporando ao seu código genético (DNA) através destas vacinas que são graciosamente aplicadas por postos de saúde do país inteiro?

Osvandir pesquisou e descobriu que um Laboratório (Bio Sidus), já está produzindo cavalos, da alta linhagem e reprodutores bovinos, para aprimorar as raças.

O "Pampero", foi o primeiro boi transgênico, anunciado por este laboratório que já investiu milhões de dólares em pesquisas, na Argentina.

Desde de 2002 vem produzindo leite em outra vaquinha a fim de obter a proteína de crescimento humano hGH (hormônio do crescimento) para tratamento de crianças com deficiências de crescimento, poderia também, ser usado em casos de "síndrome de desgaste" ("wasting") associada à Aids e em tratamentos de rejuvenescimento.

Osvandir gostaria de sugerir que a Argentina clonasse uma nova vaquinha com leite especial, com elementos para melhorar a linhagem dos políticos. Principalmente um antídoto contra a pouca vergonha na cara e a corrupção.

Veja a foto da linda Vaquinha que dá leite de mulher no seguinte link:

http://routenews.com.br/index/?p=7451

OSVANDIR E A BACTÉRIA ASSASSINA



OSVANDIR E A BACTÉRIA ASSASSINA



Desenho da Bactéria - Crédito: Maria Luiza - 8 anos

Osvandir muito preocupado com a saúde pública resolveu investigar esta tal de E.Coli (Escherichia), uma bactéria assassina.

Ninguém sabe se veio do espaço, de laboratório ou coisa parecida.

O certo é que ela anda matando gente no mundo inteiro. Uns acham que é nova, mas a dita foi descoberta por Theodor Eschrich, alemão, em 1885, sendo, portanto uma das mais antigas do mundo.

Esta bactéria é muito engraçada, além do mal que provoca nas pessoas, principalmente a diarreia, ela causa flatulências.

No mês de junho, onde tem foguete para todo lado (viva Sto. Antonio do Monte!) é pum, pum, pum para cima no Brasil e pum, pum e pum para baixo, na Alemanha, Portugal, França, EUA, Itália, Inglaterra.

Ela está na água não tratada e principalmente nos produtos consumidos cru, como as saladas.
O pepino, pimentão, tomate e abobrinha italiana eram os indicados pelas pesquisas como transmissores.

Depois mudou tudo, não acusaram mais os legumes e verduras. Os prejuízos para os agricultores da Europa foram enormes, estão reclamando uma gorda indenização dos laboratórios e dos Governos.

Aqui no Brasil estão acusando o chuchu de vilão da história da inflação.

Os médicos estão recomendando comer alimentos totalmente cozidos, evitar saladas, e beber apenas água mineral. A explicação é a seguinte: as saladas são muitas vezes regadas com águas contaminadas (detritos fecais, vamos ser mais claro, é cocô mesmo) que transmitem diarreia.

O Cidadão fica com uma dor de barriga horrível, vômitos, náuseas e febre. Enchem os hospitais e postos de saúde. A indicação é que se aplique o soro caseiro (um pouquinho de sal e uma colher de sopa de açúcar num litro de água filtrada).

Sabe quando você sai de Minas, vai ao litoral, quer curtir a praia e as moças bonitas? Bebe e come tudo que encontra pela frente? Volta para casa com uma tremenda diarreia. Pode ser a E. Coli.

Sabe quando você vai urinar e dói muito, uma ardência danada? Um fedor insuportável? Também pode ser a infecção pela bactéria.

Ela está na intoxicação alimentar, infecção urinária (principalmente nas mulheres jovens), conhecida como “cistite da Lua de Mel” (ui!).

Estava esquecendo-me de dizer, esta bactéria é muito resistente as estes antibióticos que existem por aí que não curam nada.

E não tente tratar em casa com chá caseiro ou automedicação, procure o seu médico que é quem conhece a doença.

E olha que esta Ecolizinha não é brincadeira, é motivo de altos estudos em laboratórios pela Biologia Molecular, Bioengenharia e microbiologia industrial.

O assunto é tão complicado que tem gente pesando até que a E. Coli seria uma nova arma biológica. É um contraste: ela mata e por outro lado cura. Existe uma lista enorme dos produtos que os laboratórios estão extraindo da bichinha.

Foram os ovos contaminados na Inglaterra e Holanda, porcos no México, leite e aves na China, a coisa está ficando preta. Agora um pepino e dois tomates na Alemanha, onde o povo adora o repolho. ..

Surgiram várias vacinas e suspeitas que estes vírus todos seriam criados nos próprios laboratórios. Leiam o meu conto (ficção, viu gente) A GRIPE CANINA, neste mesmo espaço.

Na verdade os grandes laboratórios enriqueceram da noite para o dia. Hoje tem vacina estocada por todo lado.

Esta variante de bactéria é uma nova estirpe, e mais mortal, e que por esse motivo o nosso organismo humano ainda não reconhece a bactéria nem criou defesas próprias.

Tenho Bene...dito!
E viva Santo Antônio (13.06)

Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com/

sábado, 11 de junho de 2011

OSVANDIR E A GRIPE CANINA

“Se apenas limpando as mãos com álcool se elimina o risco do vírus da gripe,

tomando cachaça então, ele nem chega perto!”

(Do tempo da Gripe Suína)

Um grande laboratório americano se movimentou para criar novos antivírus contra a nova gripe.

Tudo começou na China, onde o povo se alimentava de carne de cães. Numa de suas misturas, um vírus muito resistente surgiu, era derivado da multiplicidade da Gripe Aviária com Gripe Suína.

Alguns animais começaram a ficar doentes, com febre alta e morriam em três dias. Disseram que era uma mutação do antigo vírus de 1918, (gripe Espanhola), só que agora com nome de Gripe Canina.

Cientificamente recebeu o número B(CH1N4). As pessoas que trabalham com cães, sujeitas a uma exposição intensa, corriam o risco de contrair a gripe canina.

Foram infectados os seres humanos e daí para o resto do mundo foi apenas um pulo. Agora o vírus viajava de avião. Os chineses deixaram de comer carne de cachorro, que era muito comum na região asiática.

Os sinais são semelhantes aos da gripe suína, porém, mais agudos e incluem febre acima de 38°, moleza, falta de apetite e tosse. Coriza clara, garganta seca, náusea, vômito e diarréia também podem acontecer; assim como, dores de cabeça, irritação nos olhos e dor muscular e articular.

Milhões de pessoas estavam enchendo os hospitais do mundo inteiro.

Osvandir este na China e constatou que tudo começou num local onde criavam cães para abate. Aquele fedor de urina, ração e os trabalhadores, mesmo bem equipados, estavam sujeitos as doenças de todos os tipos.

Foi numa pequeno povoado, no meio das belas montanhas chinesas, que uma criança amanheceu com febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com a gripe canina (conhecida cientificamente como CH1N4) também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia.

Lembram-se da Gripe Suína? Febre repentina, febre superior a 38 graus, febre que durava 3 a 4 dias, fadiga, prostração, dores musculares pelo corpo, dores nas articulares, dor de cabeça, dor de garganta, coriza (nariz escorrendo), tosse seca (sem catarro), Diarreia, vômitos.

Depois que a febre terminava a tosse podia durar mais 3 a 4 dias

A doença podia evoluir para uma pneumonia. Neste caso os sintomas da pneumonia seriam: febre alta, tosse, dor nas juntas, alterações da pressão arterial, confusão mental, mal-estar generalizado e falta de ar.

Pois é, a Febre Canina (CH1N4) também tinha estes sintomas todos e ainda outros mais que deixavam as pessoas prostradas nas camas dos hospitais.

Espalhou pelo mundo inteiro. Logo apareceu um laboratório muito conhecido e foi lançando uma vacina chamada “Flumita que foi vendida para todos os países. Prefeituras e Câmara Municipais empenhados em comprar e aplicar no povo, enchiam seus departamentos de saúde do tal remédio, gastando milhões dos municípios.

Muitas maquinações, Congressos e Câmaras dos Deputados envolvidos em tramoias para arrancar dinheiro em negociatas sujas.

Corrupção correu solta em todos os lugares deste planeta. Muitos homens públicos (cândidos) foram subornados pelos laboratórios.

Milhões de dólares, euros e reais foram gastos para debelar a doença.

Muitas pessoas morreram sem receber o medicamento. Na china faleceu um terço da população. Nos Estados Unidos e Inglaterra já com as finanças abaladas, sofreram baixas terríveis. Milhões de pessoas morreram.

Estavam enterrando os cadáveres com tratores, devido a grande quantidade por todos os lados.

No Brasil, a crise foi muito pior, não havia estruturas para atender tantas pessoas vitimadas. Quem podia comprava e tomava a caríssima vacina “Flumita”. O povo pobre falecia nas ruas, sem encontrar lugar nos hospitais.Ao invés do álcool gel, (que também enriqueceu algumas empresas), do tempo da Gripe Suína, agora diziam que teriam que usar sabonete à base de azeite português ao lavar as mãos.

Até que alguns cientistas brasileiros conseguiram isolar o vírus e fabricar (nos seus excelentes laboratórios estatais) a nova vacina CAMIFLU. Parece-nos que necessitava de um extrato de uma flor raríssima do Amazonas.Todos queriam o tal medicamento.

Os laboratórios privados brasileiros surrupiaram a base (receita) para fabricação do Camiflu e passaram a fabricar toneladas e mais toneladas dos produtos e vender para Europa, África, Ásia (principalmente), Américas do Norte, Central e Sul.De repente no mundo inteiro já tinha aquela vacina pequenininha que valia ouro e várias empresas enriqueceram da noite para o dia.

Daí surgiu o boato que o tal vírus da Gripe Canina (CH1N4), tinha sido criado em laboratório!


Manoel Amaral

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O MOTORISTA DE TÁXI E O BANDIDO

Justino, o justo, motorista de táxi há mais de cinco anos em sua cidade, passou por maus momentos naquele dia.

Quase chegando ao ponto de trabalho, por volta de oito horas da manhã, ao atravessar a rua, foi atropelado por um motoqueiro e sua máquina infernal. Teve ferimentos leves, seguiu mesmo assim para o trabalho.

Refeito do susto, do outro lado da rua, encontrou os seus colegas que falavam de assaltos e liam uma jornal que compravam todos os dias e que apreciavam muito; publicava: mulher pelada, futebol e página policial.

Um deles disse que na noite anterior recusara uma chamada para um bairro afastado dizendo que não podia ir por ter outro compromisso, mas na realidade era medo de ser assaltado.

O dia não começara bem, tentava pegar logo algum passageiro para não ter prejuízo e cumprir a cota do dia.

Uma chamada, ali por perto, foi urgente levar aquele passageiro onde desejava.

A viagem foi ficando muito longa, quase dez horas daquela manhã conturbada, o passageiro arrancou da cintura um revólver e anunciou o assalto, ali mesmo, no meio da rua de grande movimento.

Mandou o motorista parar numa rua mais estreita e sem movimento, amarrou-o com fita adesiva que carregava no bolso. Vedou seus olhos e tampou a boca com o mesmo material.

Justino ficou totalmente imobilizado, foi jogado no porta-malas do veículo.

O bandido rodou a cidade inteira com o pobre motorista quase morrendo asfixiado naquele ambiente próprio para malas e nunca para pessoas.

Parou perto de um posto de combustível para comprar um litro de gasolina. Ninguém ficou sabendo para que.

Nesse meio tempo Justino soltara a amarra dos pés e pressionando o banco traseiro conseguiu sair do veículo, ainda com as mãos presas e os olhos vedados, não conseguia gritar tinha a fita atravessada em sua boca.

Cambaleando ali no meio da rua, sem saber onde estava. Recebeu uns socos de alguém que acabara de chegar. Era o assaltante que pegou o carro novamente e fugiu em disparada para outro bairro.

Justino foi socorrido pelo primeiro morador que já o conhecia do ponto de táxi no centro da cidade.

Retirada as fitas dos olhos, boca e das mãos, reconheceu onde estava e agradeceu ao senhor Joaquim que o ajudou.

Na outra ponta da cidade o assaltante continuava a andar no veículo e fazendo até corridas quando solicitado.

Nestas alturas dos acontecimentos o proprietário do veículo já sabia de toda a história e acionou a polícia.

O idiota do assaltante foi preso na zona rural, por desconfiança de um passageiro que fretou o veículo, achou o preço muito baixo e desconfiou do taxímetro desligado durante a corrida.

Manoel Amaral