domingo, 28 de novembro de 2010

OSVANDIR E O FENÔMENO SIDERAL - V


OSVANDIR E O FENÔMENO SIDERAL


Capítulo V
A Queda da Nave



Na manhã seguinte os quatro pegaram um jipe da Prefeitura e seguiram com um guia, até o local.
Juvêncio, o engenheiro de minas, foi quem se manifestou primeiro:
– Engraçado, se passaram apenas vinte dias do acidente e aqui não tem mais nada, a não ser um vigor das plantas. Parece que jogaram adubo, dos bons, aqui neste local. Apenas algumas plantas chamuscadas, mais nada.
– Já passei o contador de Geiger e não encontrei radiação em nenhum local, avisou Waldemar, o ufólogo.
– Interessante; algumas plantas ainda estão levemente inclinadas para direita, parece que a nave ou que coisa for, não chegou a tocar o chão - concluiu Osvandir.

O médico ouviu tudo e nada disse. Todos ficaram imaginando o que poderia ter acontecido. O guia viu qualquer coisa brilhando perto de uma moita, correu até o local, mas era apenas um lixo humano: latinha de cerveja.

Osvandir teve uma ideia:
– Vamos fazer uma varredura por aqui, todos procurando qualquer coisa num raio de cem metros, no sentido dos ponteiros do relógio. Procuraram e nada encontraram além de pequenos objetos como tampinhas de garrafas plásticas, um copo plástico, um pedaço de pneu e outro de copo de vidro.

Juvêncio colheu algumas amostras do solo, para exame em Belém.

Manoel Amaral

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