sexta-feira, 19 de março de 2010

OSVANDIR E O GRANDE DESASTRE

Capítulo I

A AMEAÇA

"Não sei como será a terceira guerra mundial,
mas sei como será a quarta: com pedras e paus."
(Albert Einstein)

Ouviu-se pela mídia que ataques simultâneos seriam desfechados por terroristas, em todo o mundo.

Os paises com melhores meios de detecção de bombas ou outras ameaças, estavam em alerta.

O plano divulgado é que seriam detonadas várias bombas em todos continentes.

Na América do Sul: São Paulo (Brasil), em seguida Buenos Aires (Argentina), Bogotá (Colômbia) e Belém (Brasil).

Cidades mais populosas da América do Norte: Toronto (Canadá), New York (EUA), México City e San Francisco (EUA).

Principais pontos da Europa: Roma (Itália), Madrid (Espanha), Londres (Inglaterra), estendendo-se para o lado de Varsóvia (Polônia), Moscou (Rússia) e Estocolmo (Suécia).

Pontos estratégicos da Ásia: Teerã (Irã), Nova Delhi (Índia), Hong Kong e Beijing (China).

Na África procuraram pontos representativos: Cairo (Egito), Dakar (Senegal), Porto Novo (Nigéria), Mogadishu (Somália) e Luanda (Angola).

No continente australiano apenas uma bomba-vírus disparada até Canberra, seria o suficiente para exterminar toda a população.

Os pontos já estavam todos assinalados por GPS, no mapa eletrônico de posse dos terroristas.

Quando começariam os ataques? Ninguém sabia! A tensão aumentava quando qualquer fato corriqueiro acontecia.

Os jornais impressos atingiram record de vendas diariamente. A mídia em geral estava em polvorosa. Na internet, determinados sites sobre guerra, tiveram milhões de visitações diárias.




Capítulo II

A BOMBA

“Triste época! É mais fácil desintegrar
um átomo do que um preconceito.”
(Albert Einstein)

Essas mini-bombas seriam enviadas por satélites e espalhariam milhões de vírus que exterminaria cada ser humano em 24 horas.

Era algo mais impactante do que qualquer bomba já fabricada.

Não haveria explosão, os animais e plantas não seriam afetados. Nem a terra ficaria poluída, apenas o ar, por um determinado tempo.

Os primeiros sintomas de quem fosse atacado pelo vírus seria “a febre muito alta e vômitos, olhos ficariam avermelhados, a pele do rosto adquiriria uma tonalidade amarelada e apareciam em seguida, manchas vermelhas que logo se transformariam em feridas, o corpo começaria a inchar e ficaria muito agressivo e confuso.”

Uma experiência foi realizada na África, em laboratório, o paciente “começou a vomitar sangue escuro e a sangrar sem parar pelo nariz. Movia-se de uma forma estranha, parecia fora de si, seus órgãos se desfaziam, estava morrendo aos poucos.”

Em outro laboratório a pessoa “sangrava por todos os orifícios de seu corpo. Quando o paciente morria, o vírus necessitava então de um novo hospedeiro e atacava o mais próximo.” As contaminações eram muito rápidas e pelo ar.

Qualquer coisa no DNA humano atraía o vírus pois só eles eram atacados. Os animais, mesmo convivendo com eles não ficavam infectados.

E essa bomba-vírus seria espalhada por todos os cantos da terra.

Tudo isso se transformou num quebra-cabeça para os dirigentes de todas as nações do mundo. Quem estaria por trás deste maquiavélico plano? E quem poderia impedir que tal guerra bacteriológica iniciasse?

Os mais modernos armamentos se tornaram inúteis nesta guerra espacial


Capítulo III

O EXTERMÍNO
"Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana.
Mas, no que respeita ao universo,
ainda não adquiri a certeza absoluta."
(Albert Einstein)

O extermínio seria total, apenas as pessoas que estivessem em voo, estariam salva enquanto no espaço, depois que pousassem seriam contaminadas.

Osvandir seguia para a Europa, a fim de participar de um seminário sobre Ufos, em Portugal, quando soube do plano.

Pensou em desviar este satélite de sua rota e colocá-lo em colisão com algum asteróide.

Ligou para NASA, procurou saber quais satélites tinha condições de lançar bombas sobre a terra. Agora que o monopólio acabou, quase todos os países estão lançando satélites para várias finalidades, ficou difícil classificá-los.

Somente alguns com estas condições, localizou logo qual seria o principal suspeito.

A Estação Espacial Internacional ajudou informando a rota do satélite. Feito os cálculos, Osvandir chegou à conclusão que poderia enviar um foguete da terra e colocar o satélite em chamas, mas mesmo assim correria o risco de alguns vírus se espalharem pela atmosfera terrestre.

Aí os fatores externos entraram em ação. Um asteróide conhecido por uma sigla numérica, surgiu lento, em direção à terra. Prejudicou a rota de vários engenhos espaciais e finalmente atingiu o temido satélite numa explosão, ficou no céu, por várias horas um circulo de cor esverdeada.

Os crédulos dizem que seria obra de ETs de outras galáxias, ajudando aos terráqueos, mas quem observou direitinho, por telescópio, antes da explosão, um fino raio ultravioleta partiu de uma outra direção e atingiu o satélite.
Osvandir que foi um deles pensou: -- De onde partiu aquele fino raio ultravioleta?

MANOEL AMARAL

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