segunda-feira, 9 de novembro de 2009

OSVANDIR NO PLANETA MARTE


Capítulo IV
A MARCA E O IMPLANTE

“... e todos traziam na testa, na mão esquerda ou no olho, a marca,
e gritavam, em alta voz, aos quatro anjos que tinham recebido
o poder de danificar a terra e o mar” (Adaptação do Apocalipse de João)


Os extraterrestres informaram a Osvandir que agora os implantes não eram feitos como antigamente, um minúsculo grão de arroz injetado nas pessoas, em qualquer parte do corpo, cujo objetivo era para ficar ligado com eles. Um possante rádio, de cerca de dois a três milímetros que passaria todas as informações sobre o ser ou o local onde estava, além de atuar como marca-passo se fosse o caso.

Hoje, eles atuam no sangue dos seres humanos, corrigindo alguma falha do corpo, e funcionam melhor do que antes, fornecendo milhões informações sobre o local onde vive e a situação do implantado, muito mais difícil de ser detectado por aparelhos da medicina ou da espionagem.

Antes eles eram arrancados, quando descobertos pelo homem.
Casos e mais casos estão documentados na imprensa mundial.
Mesmo aqui em Minas, vide o Jornal Eletrônico Ufovia.


Sendo líquido, fica mais difícil a localização pela equipe médica. Só se for um aparelho avançadíssimo para detectar alguma alteração no sangue.



Capítulo V
ABDUÇÃO


Atualmente não se fazem mais abdução como antigamente, levando o ser até a nave para exames e implantação de óvulo fecundado. Eles fazem isso apenas retirando o óvulo da doadora e o resto é feito no laboratório. Fazem apenas um acompanhamento da vítima para saberem se está tudo bem, depois da retirada do óvulo.

Aquelas terroríficas visitas noturnas, sempre noticiadas nos principais jornais escandalosos do mundo, com a finalidade de vender mais, não acontecem no momento. Daí os raros casos verdadeiros de ufologia, não acontecerem mais.

As Abduções acontecidas atualmente, são da CIA, FBI e outras polícias de governos que desejam desviar o foco de atenção do povo de determinado assunto, anunciando o desaparecimento de pessoas julgando a culpa nos ETs.

Manoel Amaral

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