domingo, 11 de outubro de 2009

OSVANDIR E O LCROSS NA LUA


Imagem Google

“Mesmo partida a lua jamais deixará de brilhar”
(Simair, primo de Osvandir)

Outubro de 2009

Foi quando o Lunar Crater Observation and Sensing Satellite (LCROSS), atingiu a lua pela primeira vez, levantando uma poeira de vários quilômetros, em 09 de outubro de 2009, perto da cratera de Cabeus, onde tudo começou.. Com objetivo de estudar a possibilidade de encontrar água na lua os cientistas começaram a enviar cada vez mais satélites de observação para aquele astro.

Os cientistas estavam bastante contentes com a quantidade de dados que recebiam.

Muito sensível, ele fotografava, analisava o solo, enviava um mapa do calor e outros dados de suma importância para as futuras viagem dos astronautas da NASA.

Em alguns meses, todos os dados analisados, para perceberem se havia moléculas de água, constando uma camada de gelo na superfície.

Muitos esperavam imagens fantásticas, mas foram surpreendidos por fotos de simples poeira lunar, levantada pelo impacto daquele aparelho.

Os cientistas, preocupados com a infinidades de dados recebidos, nem se atinavam por possíveis falhas nos sistemas de informações.

Naquele mês o Presidente da maior nação do mundo recebera o Prêmio Nobel da Paz, muitos não entenderam a finalidade daquele título. Até o nome do Presidente Lula fora cogitado, mas a turma de puxa-sacos maior, pendia para o Norte Americano. “Aquele era o Homem!”

Setembro de 2010

Todos estavam preocupados com guerras, fome, falta de alimentos, transtornos na natureza. Furacões, maremotos, chuvas, desmonoramentos, pessoas sem teto; anunciando péssimas notícias para os próximos anos. No Brasil aquela marolinha, com eleições para Presidente.

As experiências na Lua continuaram. Mais uma vez ninguém verificou os efeitos danosos provocados no satélite.

Os foguetões continuaram subindo e impactando o solo lunar. A poeira continuava a subir num espetáculo, cada vez mais observado por astrônomos e cientistas da NASA.

Agosto de 2011

Neste ano muito sucesso foi obtido com o lançamento de dois foguetes contra uma cratera na superfície da Lua.

“O objetivo da missão continuava o mesmo, testar os detritos criados pelo impacto para verificar a presença de água no solo lunar.”

“A comprovação da presença de água congelada no satélite facilitaria a instalação de uma futura base para a exploração na Lua, diziam os cientistas.”

Alguns astrônomos que observavam o impacto a partir de telescópios ainda continuavam decepcionados com as imagens captadas.

“Os cientistas esperavam que cada lançamento criava cerca de 350 toneladas de detritos, jogados a uma altura de até dez quilômetros.”

As missões do Satélite de Sensoriamento e Observação de Crateras Lunares (LCROSS, na sigla em inglês) com um custo estimado de US$ 79 milhões (cerca de R$ 138 milhões) cada, continuaram a seguir para a lua.

E o objetivo era sempre o mesmo: “ajudar a abrir o caminho para o retorno de astronautas americanos à Lua até 2020.”

Novembro de 2012
Tudo estava indo muito bem, até que numa observação de rotina, nos foguetes, encontram uma bomba no meio daquelas fiações quilométricas.

Era uma sabotagem de alguns paises do “eixo do mal”, que desde os primeiros lançamentos já estavam enviando essas bombas de alto efeito no solo.

Em pouco mais de dois anos, várias bombas de alto poder destrutivo estavam sendo enviadas para nosso satélite e ninguém sabia de nada.

Até que um dia a lua começou a sentir os efeitos destas explosões e vários pedaços de granito foram atirados ao espaço e ela dividiu em duas partes. A menor subdividiu-se em vários pedacinhos, girando, como aqueles asteróides que estão entre Marte e Júpiter.

Os poetas ficaram tristes, olhar para o espaço e ver a lua partida, partia os corações. Não havia mais lua cheia, apenas meia lua.

Agora que tudo estava mudado, a NASA e seus cientistas começaram a lancar foguetes com possantes câmeras para estudar... o cinturão de asteróides de Marte...:


Nasa lança sonda para estudar asteróides


“Cabo Canaveral - Uma sonda pioneira, que pode servir de modelo para futuras missões interplanetárias, subiu ao céu na quinta-feira a bordo de um foguete não-tripulado Delta 2, com o objetivo de explorar dois asteróides entre Marte e Júpiter.”

MANOEL AMARAL
osvandir.blogspot.com.br

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