terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

OSVANDIR E O FOGO QUE NÃO SE APAGA

Nada acontece por acaso!



Tudo começou com um muro que apareceu caído no início do mês de janeiro, num bairro de uma pequena cidade de São Paulo.

Outros fatos interessantes começaram a acontecer. Moedas desaparecendo das gavetas. Fogo queimando peças íntimas da empregada. Colchão pegando fogo e mesa girando na sala.

Lâmpadas elétricas da casa apagando sempre. Máquina de lavar ligando sozinha. Televisão mudando de canal sem ninguém mexer no controle remoto.

Estes fatos acontecendo deram origem a uma reportagem no jornal local. Muitas pessoas apareceram para presenciar os fenômenos.

Alguém pensou em chamar o Osvandir, mas quando estava lá na casa tentando acessar o blog para pegar o e-mail, uma coisa curiosa aconteceu: a tela começou a girar e mudar para outros sites.

Pensaram ser coisas do além, assombração, poltergeist e coisa e tal. Assustados foram para outra casa e comunicaram por telefone com o nosso herói.

Chegando ao bairro, ele procurou informar-se dos fatos com os vizinhos. A maioria já tinha presenciado um fenômeno qualquer. Somando o que anotou, verificou que a variação de fenomelogia era muito grande.

Consultou seu notebook sobre parapsicologia e foi catalogando cada um dos fenômenos que já havia acontecido naquela casa e bairro.

Estariam várias pessoas atuando e provocando estes fenômenos? Muito difícil de acontecer!

Procurou saber do Senhor Antônio a religião que cada um seguia e ficou sabendo que a família inteira era católica.

Cadastrando os membros notou uma mocinha de 15 anos, lourinha, olhinhos azuis claros, analfabeta, tímida, simples, vestindo uma calça jeans, quase branca, bem gasta pelo tempo e uma batinha nordestina, vermelha. Alguns adereços compunham a figura: um par de brinquinhos de cabacinha em ouro; alguns anéis e colares de pouco valor, bijuteria.

Um dos meninos tinha um defeito na perna direita, que parecia mais curta que a outra. Outro era muito magrinho, tinha um rodamoinho na testa que provocava o arrepiamento do cabelo naturalmente.

Ele era casado pela segunda vez. A menina era do primeiro casamento.

Perguntou para o chefe da família quando começaram os problemas na casa, ele informou que foi a partir de janeiro.
__ Senhor Antônio como foi o primeiro fenômeno que aconteceu?
__ Eu vinha vindo do serviço mais ou menos as 17,00 horas, atravessei a cidade e ao chegar perto de minha casa notei um muro caído. Procurei informar mas ninguém soube explicar direito como aquilo aconteceu.
__ Mas o que tem haver a queda do muro com as coisas que andam acontecendo em sua casa?
__ Primeiramente eu pensei que não tinha nada haver, mas depois fiquei sabendo que quando o muro caiu houve alguns sons esquisitos vindo lá de casa. Os cachorros acuaram e depois correram todos e foram cada um para suas casas com os rabos entre as pernas. Os gatos saíram em disparada e se esconderam numa moita de amurici.
__ E aí o Senhor concluiu que alguma coisa estava acontecendo em sua casa?
__ Isso mesmo! Fiquei meio arrepiado ao chegar lá. Uma cadeira estava no teto. A porta fechava e abria, lápis, canetas e pequenos objetos ficaram esparramados pelo chão. Fiquei sabendo pela minha mulher que as moedas que estavam nas gavetas sumiram todas. Algumas peças íntimas também desapareceram.
__ O muro pode ter caído, ou alguém derrubado, não é mesmo?
__ Pode, não sei por que mas eu lembrei logo da Bíblia: “Os muros de Jericó caíram ao som das trombetas da oração”.
__ O Senhor é muito religioso...
__ Sou! Participo de quase tudo aqui na Paróquia.
__ Hoje está bem calmo por aqui. O que será que acontec...

Nem tinha terminado de falar e um garfo saiu voando em direção à porta de sucupira e ficou fincado naquela madeira dura.

Uma luz acendeu e apagou-se e uma seqüência de fatos inexplicáveis aconteceram bem na frente do Osvandir. Ele ficou boquiaberto.

Quando ia entrando num quarto para fugir das facas que vinha para seu lado tropeçou numa colher, destas grandes, de servir comida. Estava toda retorcida que ele até lembrou do Uri Geller, que quebrava os cabos das colheres na TV.

Osvandir quis saber de onde vinham as forças que comandavam todas essas ações. Novamente teve lançar mão do seu velho companheiro notebook.

Notou que só quando Maria estava presente as coisas aconteciam.

Cada vez que passava por um poste, a luz apagava bruscamente. Quando estava presente, as agulhas das bússolas giravam descontroladamente, alguns tipo de relógios eletrônicos paravam.

Osvandir pegou um cabo de vassoura e bateu no forro, várias moedinhas caíram lá de cima. Ela as transportava para cima do forro da casa através do fenômeno conhecido por telecinésia.

Contaram-lhe que certa vez quando quebrou o braço os médicos ficaram assustados, no raio-X tinha agulhas, alfinetes e outros objetos.

Pedras e cacos de telha caiam dentro de casa, atravessando paredes ou telhado. Isto é considerado pela ciência como Aporte um fenômeno Parapsicológico em que a telergia exteriorizada desmaterializa e depois materializa novamente objetos.

Osvandir ficou sabendo que ela praticou a levitação e sustentava o corpo no ar a uma altura de um metro, este fenômeno é conhecido como Telergia.

Quando passava, todos poderiam perceber um leve perfume no ar, aquilo que os cientista chamam de Osmogênese.

Transformava a energia de seu corpo provocando fogo espontâneo onde queria. Sempre dirigia o fogo para peças íntimas que estavam no guarda roupa da sua madrasta ou da empregada.

Fazia uma espécie de tatuagem nas pessoas, queimando, de leve, a pele formando e o desenho.

Uma vez chegou a imprimir uma figura numa máquina digital, fenômeno conhecido como Escotografia.
Osvandir perguntou se podia repetir este fenômeno na sua frente e ela tentou, tentou e não conseguiu nada, aparentemente...

Comprovado que todos os fenômenos partiam da garota e seria um caso sem solução se ela permanecesse ali, pediu a seu pai que a mandasse para a casa de sua avó.

Ao chegar em casa Osvandir foi passar as fotos para o computador e ficou muito surpreso. Na última foto tinha um objeto que ele não tinha fotografado!





Manoel Amaral

Fontes:
http://www.youtube.com/watch?v=lefiHhUYtyE
http://oepnet.sites.uol.com.br/fenomenosparapsicologicos.htm
www.viafanzine.jor.br/ufovia - Artigo Reinaldo Coutinho - O Fogo Maldito


Imagem: Ana Luisa Cid - Ufóloga do México

2 comentários:

  1. Oi Osvandir, bom dia, tudo bem?
    Eu sou o Thymonthy, do lançamento do livro, ontem.
    Seu blog é muito legal. estive lendo suas postagem. Muito boa.
    Meus blogs não são tão sérios assim. São mais uma diversão. rsrsrsr
    meus endereços são:
    www.thymonthy.blogspot.com
    www.thymberthy.blogspot.com
    www.pwalwer.blogspot.com

    Quando tiver algum acontecimento literário seu me avisa. Quero estar presente.
    precisando falar comigo, para um encontro literário, um bate papo, ou qualquer outro acontecimento, pode mandar e-mail.
    Vou continuar lendo seus post aqui. rsrsrsr
    Um abraço e tudo de bom
    thyal

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  2. Pode ter certeza que avisarei.
    Osvandir

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