segunda-feira, 12 de março de 2007

OPERAÇÃO PIRES

OPERAÇÃO PIRES
Osvandir Vieira Ni colai
Capítulo I
Osvandir pegou um táxi, foi até o aeroporto e ficou aguardando o vôo, BH/Belém.
A passagem aérea havia comprado pela internet em suadas prestações mensais.
Levava consigo uns bons livros sobre Ets e ÓVNIS (Osvandir não diz UFO, que acha brega), além do mais a palavra OVNI é formada pelas iniciais de seu nome, coincidência do destino.
Na maleta de mão, um bom binóculo Zeiss, 8x32, que possui maior transmissão de luz, uma indicação do Márcio, que entende do assunto.
O seu Note book Sony Vaio, também na mão; o que vocês pensaram, Osvandir tem bons equipamentos.
Nesta viagem resolveu não levar os equipamentos pesados, portanto telescópio nem pensar. Apenas uma luneta tipo Galileu, só para os momentos de lazer. Gravem bem eu disse lazer...
É que vamos falar muito de Laser, nesta investigação!
Lá se foi nosso herói embrenhar-se na Amazônia. Desceu no aeroporto de Belém.
Ficou no HOTEL FERRADOR (muito sugestivo o nome).
Uma localização privilegiada, bem no coração da cidade, próximos de alguns dos mais importantes pontos turísticos de Belém tais como: Praça da República, Theatro da Paz, Vêr-o-Peso, Igreja e Museu de Arte Sacra de Santo Alexandre. O apartamento com uma Janela para o Rio.
Quando voltasse de Colares iria hospedar-se novamente neste hotel portanto deixou tudo reservado.
No outro dia cuidou de ir de barco até Colares e Vigia, todas no Pará (nome Vigia até é próprio para o assunto).
Nas margens do Rio Guamá (Rio do peixe-coelho) visitou algumas cidades ou povoados: Barcarena, Ponta das Pedras, Porto Câmara, Candeixa, Joanes, Vigia, Colares, Mosqueira, Santa Bárbara do Pará, Benfica, Val-de-Cães, Amanindeua, Vila do Conde, - mais afastadas: Guajará (espécie de planta) – Mirim, Santa Isabel do Pará, Santo Antônio do Tauá (significa aldeia), Benevides e Marituba. nos dias que esteve no local.
Mas o seu objetivo mesmo era Colares, mais próxima do mar.
Estando em Colares, tratou de conhecer a cidade, o povo, as instituições, a Prefeitura, a Câmara Municipal, o Arquivo Público onde conseguiu jornais da época dos incidentes que vamos relatar.
Entrou num bar de uma das cidades e deu de cara com uma placa “OPERAÇÃO PRATO LIMPO” . Quis saber o que de que se tratava, disseram que era uma maneira da Prefeitura local de manter todo comércio mais higiênico para evitar doenças características do verão.
CAPÍTULO II – FORÇA DAS ÁGUAS
As águas a perder de vista, Osvandir sempre pescou nos córregos e rios de sua região, mas nunca imaginara ver tanta água. Quase não dAva para ver o outro lado do rio, próximo da foz.
___ Water for life, disse Osvandir.
___ Força das águas, traduziu um passageiro turista.
O inglês do Osvandir é meio maluco, convém conferir na Doidopédia.
Água, mato, água, mato, água, mato e por aí afora.
Lá no fundo um pescador tirava das águas uns peixes grandes, alguns turistas quiseram saber o que eram e o Senhor Antônio, da região, informava que eram Pirarucu, Tamuatá ou Filhote.
Quando chegou a Colares o sol já se punha no horizonte. Uma cor vermelha pro lado do Oeste. Um Guará num vôo alto, rasgava o céu passando pelo sol num espetáculo igual ao do filme ET, quando as crianças passam pela lua, de bicicleta.
De Colares seguiu para Vigia, onde tinha reserva do hotel.
O Hotel com muita coisa para distrair, inclusive com Lan House, onde a garotada ficava o dia inteiro jogando nos computadores.
A cozinha, de dar água na boca, cada prato que só mesmo especialistas para comprovar a beleza e o sabor.
Segunda:
Tucunaré ao Forno.
Receita exótica com sabor da Amazônia. Creme de Banana Pacova. Delícia da culinária do Amazonas.
Terça:
Churrasco de filhote.
O genuíno peixe de água doce, direto para a sua mesa. Bolo de Guaraná.
A energia da selva em uma sobremesa deliciosa.
Quarta:
Torta de Pirarucu.
Mais uma receita de sabor inconfundível.
Manjar de Tapioca.
Quinta:
Espaguete de Camarão ao Creme de Pupunha.
Experimente esse sabor exótico. Pudim de farinha de tapioca.
Sexta:
Língua de Morena
Pudim de Tapioca.
Leve e saboroso
Sábado:
Bolinhos de Piracuí.
Uma delícia do Baixo Amazonas
Mexilhão regional, simples e saboroso
Domingo:
Coroa de Bacuri.
Mais uma delícia regional
Pão de Açaí, gostoso e energético
O famoso Pato ao Tucupi, que é uma espécie de mandioquinha venenosa, só era servido a pedido.

CAPÍTULO III – OPERAÇÃO TIGELA – OT

Osvandir tem essa mania de sair anotando tudo que encontra, em sua caderneta de campo.
Até receita com as cozinheiras ele anota.
O turismo tomou conta daquela área e o povo europeu, americano e asiático estão ali de arma em punho fotografando e catalogando tudo.
Osvandir que entende um pouquinho de italiano esteve sondando de um fotógrafo profissional sobre alguns assuntos de seu interesse.
A noite estava quente demais, no Hotel Iracema, em Vigia - PA, mosquitos para todo lado. Pela janela do confortável apartamento avistava-se aquela imensidão das águas agora escuras.
Apagou a TV, leu uma página do livro OS DISCOS VOADORES, pegou algumas revistas que mostravam as belezas locais. Leu coisas interessantes sobre a região: Pescador e suas origens, Vigia e seus encantos, o tumuatá peixe de água doce e Mercado Municipal.
Descobriu um salão com capacidade para 60 pessoas. Bolou um plano para encontrar quem ele queria.
Marcou com Gerente do Hotel uma palestra para o fim de semana. O tema interessou a todo mundo, inclusive a turistas: “Os Discos Voadores no Pará”.
O Hotel tinha uma boa infraestrutura, vários apartamentos e boa área de lazer.
Dormiu... Acordou assustado, um barulho esquisito; era um helicóptero trazendo mais turistas. Já estava tudo lotado, ia faltar papel higiênico...
Amanheceu, Osvandir acordou as sete horas, o sol já se fazei presente há muito tempo naquele céu claro com algumas nuvens tipo algodão, de tão brancas.
No rádio uma música de Ivete Sangalo “Quando a chuva passar”, estava mesmo de acordo com a ocasião.
Osvandir estava preparando material para sua palestra, através de uma pesquisa na internet. Quando fazia pesquisas sobre Operação Prato e Casos do Norte, só deu UFOVIA, no Google.
Quarta – feira, quinta-feira e chegou sexta-feira, o tempo não estava ajudando.
Mas o Gerente do hotel sabia que isso poderia até ser bom porque os hóspedes iriam todos para a palestra.

CAPÍTULO IV – OPERAÇÃO DE MARKETING

Ele havia feito uma Operação de Marketing dois dias antes, fazendo chegar a cada apartamento um boletim. Nos principais pontos da cidade também foram distribuídos os panfletos.
Osvandir que é bom para falar mas não entende muito de negócio falou para o Gerente que a palestra poderia ser de graça, o Gerente retrucou e disse:
___ De graça ninguém dá valor. É preciso você valorizar o seu trabalho. Aqui nada é de graça. Cobramos até o sorriso.
Vamos cobrar R$20,00 por pessoa assentada e R$10,00 por quem ficar de pé, porque tenho certeza que a palestra será um sucesso e o salão estará lotado.
Em entrevista no Hotel com Senhor Gerente, Osvandir quis saber alguns detalhes que poderiam ser utilizados na sua palestra
__ Como foi que tudo começou, disse Osvandir.
___As luzes misteriosas conhecidas no final dos anos 70 por "chupa-chupa", que aterrorizaram comunidades rurais do nordeste do Pará, principalmente em Vigia, Colares, Baía do Sol, Mosqueiro e Santo Antonio do Tauá, voltaram a despertar o interesse de ufólogos, pesquisadores de fenômenos inexplicáveis e jornalistas do Brasil e do exterior.
__ A Rede Globo esteve aqui, não é mesmo?__ O programa Linha Direta, da Rede Globo, dedicou uma edição inteira ao caso das luzes que presumivelmente paralisavam pessoas e lhes sugava o sangue, deixando marcas e queimaduras pelo corpo que desafiaram especialistas da medicina.
__ E o caso da History Channel?
__ No rastro da Globo, uma equipe de televisão do History Channel esteve na semana passada em Belém e foi a Colares entrevistar 28 anos depois as pessoas que se dizem vítimas das manifestações. O programa dos americanos será exibido em rede mundial no final de dezembro. __ Por que, quase três décadas depois, o fenômeno que foi investigado pelos militares da Aeronáutica baseados no I Comando Aéreo Regional (I Comar) em Belém, ainda seduz pessoas capazes de se deslocar de regiões distantes do país e do exterior para tentar compreender o que realmente aconteceu naqueles estranhos dias e noites do segundo semestre de 1977 e primeiro quadrimestre de 1978? __ Há outras perguntas sem respostas: as pessoas realmente foram visitadas por seres extraterrenos, que disparavam possantes jatos de luz sobre elas a ponto de provocarem desmaios, tonturas, fraqueza no corpo durante dias e inexplicável anemia ou foram vítimas de alucinação coletiva, como tentaram fazer crer alguns militares da Operação Prato, criada justamente para investigar as ocorrências?

CAPÍTULO V – A ENTREVISTA

__ Ouve outras visitas?
__ O ufólogo e jornalista Ademar José Gevaerd que edita a Revista UFO, uma das publicações mais respeitadas sobre o assunto em todo o mundo, também desembarcou em Belém na semana passada e logo rumou para Colares. Lá, esteve em locais como a Praia do Machadinho e Ponta do Cajueiro, onde ocorreram várias aparições dos objetos luminosos.
__ O que Gevaerd acha do caso?__ Ainda mais intrigado com o que ouviu, Gevaerd diz que o interesse dos ufólogos sobre o caso sempre existiu, mas ele foi arrefecido nesse período todo por vários motivos. "De uns anos para cá, tem havido uma conscientização da comunidade ufológica brasileira para a importância do fenômeno chupa-chupa, porque não há registro na literatura ufológica de que em lugar algum do mundo e em algum dia da história conhecida tenha havido o que ocorreu aqui no Pará", diz em entrevista. Para ele o que houve na região foi uma intensa atividade das luzes por meses e anos, atingindo pessoas de diversas origens econômica, social, intelectual e religiosa. Ele avalia que a maioria dos atingidos eram pessoas humildes que tiveram suas vidas mudadas, em maior ou menor grau, depois de passarem por experiências que define como "exógenas ao nosso planeta". __ Na definição do ufólogo o que aconteceu na região nordeste paraense estaria ligado a uma "ação de civilizações de origem não-terrestre"?
__ Isso, segundo entende, é da maior importância e do maior significado. Por ter acontecido em pleno território brasileiro, acredita que o caso não pode ser menosprezado de maneira alguma.
Terminada essa discussão, que em muito ajudou Osvandir, ele foi direto para o evento.
Compareceram mais de sessenta pessoas, capacidade do salão, muitas pessoas de pé.
A palestra consistia de uma parte de vídeos e outra de ligeiras observações do Osvandir.
O caixa registrou R$1.500,00, significando que mais de 20 pessoas estavam de pé.
Estava programado uma hora mais ou menos para a palestra e meia hora para as respostas.
Tantas foram as perguntas que já passava das 22 horas,e a palestra ainda não tinha terminado.
No intervalo do cafezinho Osvandir, com agenda na mão, foi colhendo os telefones e endereços de quem tinha casos mais interessantes sobre ufologia e em especial quem se lembrava da Operação Pires – OP.
No final, que estava difícil de chegar, pois as interrogações não paravam, os aplausos foram tanto que o Gerente acabou marcando uma segunda rodada para o sábado, no mesmo horário, desta vez só com vídeos sobre o assunto.

CAPÍTULO VI – O TRABALHO DO OSVANDIR

De posse dos endereços e os telefone, Osvandir começou a trabalhar. No primeiro dirá entrevistou duas pessoas.
Ao invés de aplicar o tradicional questionário do Ministério da Aeronáutica, conhecido de todos, o Osvandir bolou um para seu uso pessoal e diz que é mais moderno. 1- O avistamento causou cegueira temporária?2- Paralisia em alguma parte do corpo?3- Queimaduras?4- Esquecimento?5- Dor de cabeça?6- Sinais (manchas) no corpo?7- Se ficou desorientado depois dos contatos?8- Notou algum lapso de tempo (missing time)?9- Ocorreu algum tipo de alucinação depois?10- Coração disparou?11- Sentiu algum odor diferente?12- Alguma fumaça?13- Raios de luz?14- Som?15- Cores?16- Objetos parados ou voando em alta velocidade?17- Tamanho e formato dos objetos?18- Desenhos? Fotos? Filmes?

Quando chegou ao último da lista, já se passavam cinco dias. O hotel sempre cheio e Osvandir tornou-se uma lenda naquele local: entrevista com jornais, rádios e TV.
Muitas pessoas interessadas no assunto partiram de Belém, entre elas um famoso ufólogo chamado Grandit, autor de vários livros, revistas e artigos para jornais sobre ufos e Ets.
Esquecemos de dizer que o Osvandir ainda recebeu mais R$1.000,00 do Hotel além dos R$1.500,00 da arrecadação da palestra.
Foi convidado a falar sobre “Ufos no País”, em especial sobre o “Et de Varginha”, lá em Belém, antes de partir daquela região.
Colheu tantas informações que daria para fazer um livro.
Algumas inéditas, outras espantosas, todas guardadas com carinho.
Antes de entrar no depoimentos propriamente ditos é necessário informar que na região amazônica existem muitos mitos e crenças.
O Mapinguari, parecido com ser humano, peludo, às vezes o entrevistador confunde com ET.
O Myakka, parecido com macaco grande, freqüente na boca do povo, foi visto aqui, ali e acolá é outro ser da floresta que confunde a todos ufólogos.
A Anaconda, que vive no pensamento de todos que trabalham na zona rural, é uma cobra gigante, mítica, que ataca qualquer um que aventura atravessar a sua região.
Então o trabalho do ufólogo é separar essas crendices dos fatos que realmente ele está pesquisando.

CAPÍTULO VII – OS DEPOIMENTOS

"Os UFOs existem, as Forças Armadas investigam suas manobras e escondem o fato da população"
(Coronel Uyrangê Hollanda - Força Aérea Brasileira - In Memoriam)
“ O ataque dessa “luz inteligente” consistia em arremessar sobre as vítimas, um filamento luminoso, geralmente de cor azulada, pelo o qual ela “picava” a pele da pessoa, deixando três pequenos furos, supondo que por seu “canudo luminoso”, o Chupa sugava amostras do sangue das vítimas – sendo que, cerca de 80% das ocorrências se davam em mulheres, geralmente jovens.” Depoimento entrevistado A.

“E muitos desses inexplicáveis sumiços de aviões, barcos e até helicópteros sequer são detectados ou registrados, uma vez que muitos servem às atividades clandestinas do contrabando e do insidioso tráfico internacional de drogas. Até mesmo expedições governamentais desapareceram sem deixar traços, como, por exemplo, aconteceu em 1958 quando 32 membros do Serviço de Proteção aos Índios simplesmente parece que se evaporam em meio às matas!”
Entevistado B.

“As pessoas que receberam o raio desconhecido apresentaram em 24 horas, sintomas de anemia profunda e fraqueza, tão acentuada, que muitos não tinham força para levantar do leito.” Entevistado C

“Testemunhas que vêem luzes atravessando seus telhados para penetrar em suas peles, retirando-lhes um pouco de sangue e deixando a epiderme com visíveis marcas de agulhas e queimaduras". Pessoa entrevistada D.

“Quanto a questão da sucção de sangue através da luz nada foi comprovado, a teoria baseia-se em suposição e não em comprovação”. Afirmou Fábio Bettinassi.

“Essa luz (apelidada de chupa-chupa) provocava queimaduras que necrosavam na mesma hora e deixavam dois orifícios, geralmente no peito esquerdo. De cada 10 pessoas atacadas, aproximadamente 8 eram mulheres.” Entrevistado E.

CAPÍTULO VIII – OUTROS CASOS

Osvandir ficou sabendo que até os próprios militares chegaram a ver tripulantes, e implantes foram colocados em várias pessoas, até mesmo no braço do coronel Hollanda.

“Em junho, julho e agosto os jornais traziam notícias de municípios maranhenses como Pinheiro, Cajapió, São Vicente e São Bento, onde os moradores relatavam terem sido atacados pelo que estava sendo chamado de “foco luminoso” e “luz dos mistérios”. Com algum alarde da imprensa, logo foram conhecidas algumas mortes relacionadas ao fenômeno. Assustado com o aparecimento de UFOs e seus efeitos sobre a população, Maneco Paiva, prefeito da cidade de Pinheiro, enviou expediente ao Comando da Aeronáutica em São Luiz.
Municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio de Tauá
“Imobilização total ou parcial, perda de voz, calafrios, tonturas, calor intenso, rouquidão, taquicardias, tremores, cefaléia e amortecimento progressivo das partes atingidas (grande maioria)”.
O militar que não quis identificar-se, diz que “vimos sim corpos luminosos movimentando-se em altitudes e direções variadas, efetuando manobras complexas, indicando que, estes corpos e luzes, são inteligentemente dirigidos”. Jornais de Belém

“Nos anos de 1977 e 1978 a Aeronáutica desenvolveu uma diligência na região norte do país, mais precisamente no Estado do Pará, chamada Operação Prato. A Força Aérea Brasileira esteve lá com vários militares a pedido de prefeitos que estavam alarmados com fatos que ocorriam. Os moradores ribeirinhos (principalmente da cidade de Colares/PA) estavam sendo atacados por objetos voadores que emitiam uma luz amarela muito forte. As pessoas atacadas apresentam sinais como pequenas perfurações ao redor dos mamilos. Esse evento ganhou notoriedade nacional e internacional pois durou algum tempo. As pessoas saíam com panelas e latas de madrugada, criando barulho para que os objetos não identificados sumissem e os deixassem em paz.” Jornal Via Fanzine


CAPÍTULO IX – NECROSE DA PELE

Osvandir quis saber de alguns médicos, especialistas em raios laser sobre o assunto. Vejam os depoimentos:

“Entende-se por necrose a falta de circulação de sangue no tecido, resultando em uma perda de tecido da região que foi necrosada.” Primeiro Médico.
“O laser provoca uma espécie de queimadura na pele, semelhante a uma queimadura solar, que costuma desaparecer, passados dois ou três dias.” Segundo Médico
“Mal utilizado ele provoca queimaduras e manchas horríveis na pele”. Terceiro Médico.
“O laser provoca uma cicatrização mais rápida dos tecidos, esteriliza.” Quarto Médico.
“O efeito Laser produz aceleração da cicatrização de feridas de causa vascular, queimaduras e úlceras decúbito, assim como feridas pós-cirúrgicas”. Quinto Médico.
“É fato que, na tecnologia terrestre, existem basicamente 3 tipos de raios laser, o primeiro e mais difundido comercialmente é o laser vermelho; o segundo é o verde e o terceiro e mais poderoso é o laser azul” Sexto Médico.
A cor da luz é determinada pelo comprimento de onda - o tamanho de um ciclo da onda eletromagnética que forma a luz. A luz vermelha tem um comprimento de onda de cerca de 700 nanômetros; o olho humano é capaz de enxergar até a luz violeta, com um comprimento de onda de 400 nanômetros.” Odontólogo I
“O feixe de luz só pode ser notado quando a luz sofre reflexões em um meio material ou quando ela atinge a retina diretamente. Odontólogo II
“O "laser" é aplicado em operações cirúrgicas das mais diversas, medidas de precisão, cortes precisos de metais, comunicações telefônicas ao longo de fibras ópticas e miras telescópicas”. Odontólogo III
“O efeito danoso da Luz Azul é significativo em idosos, principalmente pela maior concentração da Lipofuscina. Luz azul é dispersada dez vezes mais que luz vermelha” Pesquisador
“E muitos desses inexplicáveis sumiços de aviões, barcos e até helicópteros sequer são detectados ou registrados, uma vez que muitos servem às atividades clandestinas do contrabando e do insidioso tráfico internacional de drogas. Até mesmo expedições governamentais desapareceram sem deixar traços, como, por exemplo, aconteceu em 1958 quando 32 membros do Serviço de Proteção aos Índios simplesmente parece que se evaporam em meio às matas!” Pesquisa Google.

CAPÍTULO XI – AS ATRAÇÕES DE BELÉM

Cansado de tantas andanças Osvandir foi parar em Belém, no Hotel Ferrador, onde repousou.
Na manhã seguinte procurou guia turístico, queria conhecer os principais pontos de atração da cidade.
A agência informou-lhe que as principais atrações eram: Praça da República, Theatro da Paz, Vêr-o-Peso, Igreja e Museu de Arte Sacra de Santo Alexandre.
Do seu apartamento, dava para ver alguns dos pontos indicados, pois o Hotel tinha uma localização privilegiada, bem no coração da cidade.
___ “Uma das grandes atrações de Belém é o complexo do ver-o-peso, feira de produtos amazônicos onde se encontra de tudo. Reformada recentemente a feira está muito mais apresentável e organizada.
Outro destaque do Pará é a exótica culinária. Considerada como a mais autenticamente brasileira, descende diretamente da culinária indígena. É da floresta e dos rios amazônicos que são extraídos seus ingredientes, de onde podemos destacar pratos como: Pato no Tucupi - molho de cor amarela; Maniçoba - uma espécie de feijoada local; Tacacá - caldo bem quente e apimentado servido numa cuia; Pirarucu, Tamuatá e Filhote - deliciosos peixes amazônicos.”
Osvandir ficou encantado com a incrível diversidade de frutas tropicais: Açaí, Cupuaçu, Bacuri, Graviola, Saputi (também conhecido por sapoti), Araçá, Manga diversas, Taperebá, Muruci ( em nossa terra é conhecido como murici), Uxi, etc.__ “O Círio de Nossa Senhora de Nazaré é a maior festa religiosa do país e reúne, no segundo domingo de outubro, uma fantástica multidão de mais de um milhão de pessoas que percorre cerca de seis quilômetros das ruas de Belém em oração à sua Santa Padroeira.
Tanto em Belém como em outras cidades é possível assistir e participar de eventos que mesclam as tradições indígenas, africanas e portuguesas através de ritmos populares, tais como o carimbó, síria, lundu e folguedos de época com o boi bumbá, cordões de pássaros e de bichos.
Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Este parque retrata as principais espécies da fauna e flora da Amazônia, tais como a árvore Sumaumeira, o peixe-boi e o incrível poraquê, um peixe elétrico que pode ferir mortalmente uma pessoa”, concluiu a agente de turismo.
Mas ao meu ver a grande atração deste parque foi a vitória-régia, da qual fiz muitas fotos, disse Osvandir.
Outro ponto interessante foi o Parque da Residência, onde araras soltas fazem a festa dos visitantes.
Osvandir ficou com medo de viajar na Voadeira, uma lancha rápida, que espantava bandos de Jaburus e Maguaris tentavam extrair alimento no pouco de água que ainda restava.
Outros animais interessantes que anotou em seu caderno de campo: macaco guariba, garça, martinho-pescador, cigana e jurutaí.
O Guará é uma ave de porte médio, espécie de garça, típica da região norte de uma cor vermelha muito forte.
Depois destas belezas todas e das visitas aos locais com guias especializados, Osvandir resolveu partir de volta para sua terra.
Pegou passagem de Belém/Brasília, que não poderia deixar de visitar a Kelly e as suas duas gatinhas.
Passou bons momentos em Brasília, mas o calor estava de rachar, como diz os bons mineiros.
Na conexão Brasília/BH, tudo foi mais rápido, chegou em casa ainda de tardezinha.

Fontes de Pesquisas:
www.viafanzine.jor.br/site_vf/ufovia/exclusivo.htm - 77k -
www.viafanzine.jor.br/op.htm - 36k -
www.dominiosfantasticos.hpg.ig.com.br/id284.htm - 33k
www.infa.com.br/operacao_prato01.html - 74k -
www.fenomeno.matrix.com.br/fenomeno_ufologia_1_ovnis-op-prato.htm - 4k -
www.ceticismoaberto.com/ufologia/ufos_noite.htm - 36k
www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&id=765 - 28k
Jornais:
www.oliberal.com.br/ - 1k
www.prensaescrita.com/portugues/para.php - 18k
Jornal Popular
Outros Jornais semanais


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